Na Cidade Universitária.
UFPA firma convênio para cuidar da visão de pacientes
Quarenta pacientes portadores de Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI), doença que afeta a visão, estão sendo atendidos no Hospital Universitário Bettina Ferro de Souza (HUBFS), da Universidade Federal do Pará (UFPA), por meio de um convênio firmado entre a UFPA e a Secretaria de Estado de Saúde (Sespa) que soma um total de R$ 241, 7 mil. O convênio tem duração de seis meses, a partir de junho deste ano, e pode ser prorrogado por mais 180 dias.
Segundo o professor Alexandre Rosa, que faz parte da equipe multiprofissional do Bettina e atua como médico cirurgião nos casos tratados no Hospital, a DMRI juntamente com a catarata e retinopatia diabética são as principais causas de cegueira legal (critério da Organização Mundial de Saúde – OMS - de 0,05 de visão máxima, no melhor olho) em pessoas maiores de 50 anos. O oftalmologista explica que, na doença, a mácula - pequena parte da retina responsável pela visão central - é afetada, resultando na perda abrupta ou progressiva da visão. A DMRI representa, hoje, a terceira maior causa de cegueira legal no mundo. No Brasil, há mais de 5 milhões de casos diagnosticados e 100 mil casos novos por ano.
Os pacientes atendidos no Bettina tiveram procedimentos iniciais da DMRI realizados pela Sespa, de onde foram encaminhados para tratamento no HUBFS. Neste hospital, os pacientes são acompanhados na realização de exames especializados para diagnosticar a doença. O tratamento é feito levando-se em conta o quadro do paciente.
Os portadores da DRMI costumam encontrar dificuldade ao executar tarefas simples como ler jornal, reconhecer rostos de pessoas, dirigir, entre outras.“As principais formas de a pessoa prevenir da doença são evitar o tabagismo, proteger dos raios ultravioletas e ter hábitos alimentares saudáveis”, orienta o médico.
Texto: Cleide Magalhães – Assessoria de imprensa do HUBFS
Quarenta pacientes portadores de Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI), doença que afeta a visão, estão sendo atendidos no Hospital Universitário Bettina Ferro de Souza (HUBFS), da Universidade Federal do Pará (UFPA), por meio de um convênio firmado entre a UFPA e a Secretaria de Estado de Saúde (Sespa) que soma um total de R$ 241, 7 mil. O convênio tem duração de seis meses, a partir de junho deste ano, e pode ser prorrogado por mais 180 dias.
Segundo o professor Alexandre Rosa, que faz parte da equipe multiprofissional do Bettina e atua como médico cirurgião nos casos tratados no Hospital, a DMRI juntamente com a catarata e retinopatia diabética são as principais causas de cegueira legal (critério da Organização Mundial de Saúde – OMS - de 0,05 de visão máxima, no melhor olho) em pessoas maiores de 50 anos. O oftalmologista explica que, na doença, a mácula - pequena parte da retina responsável pela visão central - é afetada, resultando na perda abrupta ou progressiva da visão. A DMRI representa, hoje, a terceira maior causa de cegueira legal no mundo. No Brasil, há mais de 5 milhões de casos diagnosticados e 100 mil casos novos por ano.
Os pacientes atendidos no Bettina tiveram procedimentos iniciais da DMRI realizados pela Sespa, de onde foram encaminhados para tratamento no HUBFS. Neste hospital, os pacientes são acompanhados na realização de exames especializados para diagnosticar a doença. O tratamento é feito levando-se em conta o quadro do paciente.
Os portadores da DRMI costumam encontrar dificuldade ao executar tarefas simples como ler jornal, reconhecer rostos de pessoas, dirigir, entre outras.“As principais formas de a pessoa prevenir da doença são evitar o tabagismo, proteger dos raios ultravioletas e ter hábitos alimentares saudáveis”, orienta o médico.
Texto: Cleide Magalhães – Assessoria de imprensa do HUBFS
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