FRANK - Falta pouco para terminar o homem biônico do século XXI
Apresentamos a você o Frankenstein do século XXI. Como se fosse uma “pessoa sem corpo” que foi recebendo órgãos artificiais capazes de funcionar em um corpo humano, este robô tem um organismo quase completo ao vê-lo sobre a mesa de operações, seus criadores decidiram abandonar seu nome inicial (Rex, por causa de “robotic exoeskeleton”) e rebatizá-lo simplesmente de Frank, em homenagem à aterrorizante e premonitória ficção de Mary Shelley. Agora, Frank é uma prova da quantidade de partes do corpo humano que podem ser substituídas por implantes ou próteses biônicas.
E ao contrário de seu predecessor fictício – o monstro criado pelo melancólico Dr. Frankenstein –, Frank não deverá causar medo, mas, sim, esperança. É por esse motivo que sua criação foi mostrada em um documentário chamado “Como Construir um Homem Biônico”, dirigido pelo psicólogo social Bertolt Mayer, cujo rosto foi copiado e utilizado em Frank.

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