Tempestade em Saturno
Colossal tempestade revela água congelada em Saturno
Uma tempestade colossal que se alastrou em Saturno em 2010 e 2011 revelou gelo de água dentro da espessa atmosfera do planeta dos anéis, relata um novo estudo.
A sonda Cassini, da NASA, detectou os cristais de gelo enquanto orbitava Saturno. É a primeira vez que a água é vista no planeta, cerca de 400 anos após Saturno e seus anéis serem vislumbrados pela primeira vez através de um telescópio.
Enquanto a água não é uma nova descoberta em um gigante gasoso - Júpiter também tem gelo de água na sua atmosfera, por exemplo -, a descoberta mostra o quão poderosas as tempestades de Saturno podem ser, disseram os pesquisadores.
"A nova descoberta da Cassini mostra que Saturno pode desenterrar o material de mais de 160 km", disse o co-autor Kevin Baines, da Universidade de Wisconsin e do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA, na Califórnia, EUA.
Água, água por toda parte
A última década trouxe um conjunto de descobertas relacionadas com a água no sistema solar. Em Marte, nada menos que três sondas da NASA já se depararam com vários exemplos de rochas e recursos que foram formados pela água em um passado distante.
Água congelada também existe hoje nos pólos de Marte, em crateras permanentemente sombreadas na Lua e em Mercúrio, e nas superfícies de muitos satélites no sistema solar exterior.
Em Saturno, no entanto, o gelo de água estava escondido na atmosfera até que uma enorme tempestade - parte de um padrão que ocorre uma vez a cada 30 anos - começou a ondular todo hemisfério norte de Saturno em dezembro de 2010.
A enorme tempestade de Saturno atingiu um comprimento de 300.000 km - quase 25 vezes o diâmetro da Terra - tornando a tempestade visível mesmo para telescópios amadores em nosso planeta. Ela fracassou em agosto de 2011.
A sonda Cassini, que orbita Saturno desde 2004, reuniu dados sobre a composição da nuvem da tempestade em fevereiro de 2011. As observações revelaram gelo de água, gelo de amônia e uma terceira substância desconhecida (possivelmente hidrossulfureto de amônia).[Space]
Uma tempestade colossal que se alastrou em Saturno em 2010 e 2011 revelou gelo de água dentro da espessa atmosfera do planeta dos anéis, relata um novo estudo.
A sonda Cassini, da NASA, detectou os cristais de gelo enquanto orbitava Saturno. É a primeira vez que a água é vista no planeta, cerca de 400 anos após Saturno e seus anéis serem vislumbrados pela primeira vez através de um telescópio.
Enquanto a água não é uma nova descoberta em um gigante gasoso - Júpiter também tem gelo de água na sua atmosfera, por exemplo -, a descoberta mostra o quão poderosas as tempestades de Saturno podem ser, disseram os pesquisadores.
"A nova descoberta da Cassini mostra que Saturno pode desenterrar o material de mais de 160 km", disse o co-autor Kevin Baines, da Universidade de Wisconsin e do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA, na Califórnia, EUA.
Água, água por toda parte
A última década trouxe um conjunto de descobertas relacionadas com a água no sistema solar. Em Marte, nada menos que três sondas da NASA já se depararam com vários exemplos de rochas e recursos que foram formados pela água em um passado distante.
Água congelada também existe hoje nos pólos de Marte, em crateras permanentemente sombreadas na Lua e em Mercúrio, e nas superfícies de muitos satélites no sistema solar exterior.
Em Saturno, no entanto, o gelo de água estava escondido na atmosfera até que uma enorme tempestade - parte de um padrão que ocorre uma vez a cada 30 anos - começou a ondular todo hemisfério norte de Saturno em dezembro de 2010.
A enorme tempestade de Saturno atingiu um comprimento de 300.000 km - quase 25 vezes o diâmetro da Terra - tornando a tempestade visível mesmo para telescópios amadores em nosso planeta. Ela fracassou em agosto de 2011.
A sonda Cassini, que orbita Saturno desde 2004, reuniu dados sobre a composição da nuvem da tempestade em fevereiro de 2011. As observações revelaram gelo de água, gelo de amônia e uma terceira substância desconhecida (possivelmente hidrossulfureto de amônia).[Space]

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