Japão deve subsidiar congelamento de óvulos para mulheres
O objetivo do programa é incentivar mulheres a terem filhos (Foto: Pixabay)
O Japão quer usar dinheiro público para subsidiar o congelamento de óvulos para mulheres. O programa-piloto vai acontecer durante três anos no hospital universitário Juntendo, em Urayasu. O país vai cobrir 80% do custo do procedimento para mulheres locais entre 25 e 34 anos. Elas poderão usar os óvulos até os 45 anos.
A mulher vai precisar pagar apenas cem mil ienes (mais de R$3 mil) pelo procedimento, que geralmente custa 600 mil ienes (mais de R$ 18 mil). A cidade de Urayasu planeja gastar 90 milhões de ienes ( mais de R$ 2 milhões) em subsídios durante os três anos.
Com a baixa taxa de natalidade no Japão, os especialistas estão preocupados com as previsões demográficas. Um quarto da população japonesa tem mais de 64 anos, segundo o censo do ano passado, enquanto o número de crianças menores de 15 anos está na menor taxa já registrada. O grande medo é que haja uma crise na saúde e nos serviços sociais com tanta gente idosa dependente de uma pequena população ativa, ou seja, em idade para trabalhar.The Guardian
O Japão quer usar dinheiro público para subsidiar o congelamento de óvulos para mulheres. O programa-piloto vai acontecer durante três anos no hospital universitário Juntendo, em Urayasu. O país vai cobrir 80% do custo do procedimento para mulheres locais entre 25 e 34 anos. Elas poderão usar os óvulos até os 45 anos.
A mulher vai precisar pagar apenas cem mil ienes (mais de R$3 mil) pelo procedimento, que geralmente custa 600 mil ienes (mais de R$ 18 mil). A cidade de Urayasu planeja gastar 90 milhões de ienes ( mais de R$ 2 milhões) em subsídios durante os três anos.
Com a baixa taxa de natalidade no Japão, os especialistas estão preocupados com as previsões demográficas. Um quarto da população japonesa tem mais de 64 anos, segundo o censo do ano passado, enquanto o número de crianças menores de 15 anos está na menor taxa já registrada. O grande medo é que haja uma crise na saúde e nos serviços sociais com tanta gente idosa dependente de uma pequena população ativa, ou seja, em idade para trabalhar.The Guardian

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