BRASIL CINEMA
Bárbara Paz constrói retrato intimista de Babenco em sua estreia na direção
EFE/ Sebastião Moreira
Um retrato íntimo do homem por trás do gênio cinematográfico Hector Babenco, indicado ao Oscar por "O beijo da mulher aranha" (1985) e que faleceu em 2016, é o fio condutor do filme "Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou", dirigido por Bárbara Paz e selecionado para o Festival de Cinema de Veneza.
O documentario marca a estreia da atriz, que foi casada com Babenco até o dia de sua morte, como diretora de um longa. Ela define sua primeira obra atrás das câmeras como um "poema visual" que presta homenagem a "um grande homem que, por acaso, também era cineasta".EFE
EFE/ Sebastião Moreira
Um retrato íntimo do homem por trás do gênio cinematográfico Hector Babenco, indicado ao Oscar por "O beijo da mulher aranha" (1985) e que faleceu em 2016, é o fio condutor do filme "Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou", dirigido por Bárbara Paz e selecionado para o Festival de Cinema de Veneza.
O documentario marca a estreia da atriz, que foi casada com Babenco até o dia de sua morte, como diretora de um longa. Ela define sua primeira obra atrás das câmeras como um "poema visual" que presta homenagem a "um grande homem que, por acaso, também era cineasta".EFE

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