R.UNIDO BREXIT
Sistema de saúde britânico pode ficar sem remédios sem pacto do "Brexit"
Imagem ilustrativa. EFE/MIGUEL GUTIÉRREZ
Os provedores do Serviço Nacional de Saúde britânico (NHS, na sigla em inglês) advertiram que uma falta de acordo sobre o "Brexit", a saída do Reino Unido da União Europeia (UE), pode levar a uma situação de "escassez de remédios e de dispositivos médicos", informou nesta terça-feira a emissora "BBC".
Em um e-mail, os provedores advertiram ao responsável do NHS, Simon Stevens, que deixar a UE sem um acordo colocaria em "risco imediato" os serviços de saúde.
De acordo com o diretor-executivo de provedores, Chris Hopson, não "um plano nem coordenação nacional" pode "dificultar a contenção e o controle da propagação de doenças".
Por sua vez, uma porta-voz do NHS disse à "BBC" que o serviço de saúde está elaborando com o governo britânico diferentes planos de contingência diante dos possíveis cenários "pós-Brexit".
"Trabalharemos com nossos companheiros e parceiros do NHS em nível nacional para garantir que os planos avancem adequadamente e para dar ao serviço sanitário todo o apoio necessário", afirmou.
Esta notícia chega depois de o Governo britânico ter anunciado a publicação nesta quinta-feira do primeiro de uma série de documentos oficiais elaborados para preparar "as empresas, os órgãos públicos e o povo" caso não haja um acordo para o "Brexit".
O ministro para a saída britânica do bloco comunitário, Dominic Raab, está em Bruxelas para continuar as conversas com o chefe negociador da UE, Michel Barnier.
Raab afirmou que conseguir um acordo de divórcio é "ainda o mais provável", mas que seria "responsável" pensar em alternativas.
Londres e Bruxelas continuam sem conseguir entrar em acordo sobre a futura relação comercial e a fronteira entre as duas Irlandas, pois o objetivo é que continue sendo invisível para não prejudicar o processo de paz norte-irlandês.
O Reino Unido deixará a UE em 29 de março de 2019, dois anos depois de ativar o Artigo 50 do Tratado de Lisboa, que iniciou a contagem regressiva para o desligamento.EFE
Imagem ilustrativa. EFE/MIGUEL GUTIÉRREZ
Os provedores do Serviço Nacional de Saúde britânico (NHS, na sigla em inglês) advertiram que uma falta de acordo sobre o "Brexit", a saída do Reino Unido da União Europeia (UE), pode levar a uma situação de "escassez de remédios e de dispositivos médicos", informou nesta terça-feira a emissora "BBC".
Em um e-mail, os provedores advertiram ao responsável do NHS, Simon Stevens, que deixar a UE sem um acordo colocaria em "risco imediato" os serviços de saúde.
De acordo com o diretor-executivo de provedores, Chris Hopson, não "um plano nem coordenação nacional" pode "dificultar a contenção e o controle da propagação de doenças".
Por sua vez, uma porta-voz do NHS disse à "BBC" que o serviço de saúde está elaborando com o governo britânico diferentes planos de contingência diante dos possíveis cenários "pós-Brexit".
"Trabalharemos com nossos companheiros e parceiros do NHS em nível nacional para garantir que os planos avancem adequadamente e para dar ao serviço sanitário todo o apoio necessário", afirmou.
Esta notícia chega depois de o Governo britânico ter anunciado a publicação nesta quinta-feira do primeiro de uma série de documentos oficiais elaborados para preparar "as empresas, os órgãos públicos e o povo" caso não haja um acordo para o "Brexit".
O ministro para a saída britânica do bloco comunitário, Dominic Raab, está em Bruxelas para continuar as conversas com o chefe negociador da UE, Michel Barnier.
Raab afirmou que conseguir um acordo de divórcio é "ainda o mais provável", mas que seria "responsável" pensar em alternativas.
Londres e Bruxelas continuam sem conseguir entrar em acordo sobre a futura relação comercial e a fronteira entre as duas Irlandas, pois o objetivo é que continue sendo invisível para não prejudicar o processo de paz norte-irlandês.
O Reino Unido deixará a UE em 29 de março de 2019, dois anos depois de ativar o Artigo 50 do Tratado de Lisboa, que iniciou a contagem regressiva para o desligamento.EFE

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