CORONAVÍRUS A.SAUDITA
Orações do Ramadã podem ser feitas em casa, diz autoridade religiosa saudita
EFE/EPA/KHALED ELFIQI
As orações do mês sagrado para os muçulmanos do Ramadã deverão ser feitas nas próprias casas dos fiéis, por causa da pandemia da Covid-19, a doença provocada pelo novo coronavírus, conforme anunciou na sexta-feira o grande mufti da Arábia Saudita, Abdul Aziz bin Abdullah Al-Sheikh.
Depois de questões levantadas pelo Ministério de Assuntos Islâmicos do governo local, Al-Sheikh, que é o acadêmico com capacidade reconhecida de interpretar a Charia (lei islâmica), explicou que as rezas podem acontecer fora das mesquitas.
O mufti ainda apontou que a oração de Taraui, realizada pouco antes da meia-noite e que inclui extensas leituras do livro sagrado é 'sunna' (ensinamentos do profeta) e não é obrigatória.
Quanto à oração de Eid, ao final do dia de jejum, a autoridade religiosa estabeleceu que, "se a situação atual continuar e não for possível realizá-la nas capelas e mesquitas, ela será rezada nas casas, sem um sermão".
Al-Sheikh ainda lembrou uma passagem, em que Maomé diz: "se ordenei a fazer algo, faça como seja possível".
A Arábia Saudita suspendeu as orações em todos os locais, inclusive as mesquitas sagradas da Meca e Medina, ainda em meados de março. Ambas seguem fechadas para peregrinação, assim como outros locais sagrados do islamismo.
O país registrou até o momento pouco mais de 5,8 mil casos de infecção pelo novo coronavírus, e 79 mortes.EFE
EFE/EPA/KHALED ELFIQI
As orações do mês sagrado para os muçulmanos do Ramadã deverão ser feitas nas próprias casas dos fiéis, por causa da pandemia da Covid-19, a doença provocada pelo novo coronavírus, conforme anunciou na sexta-feira o grande mufti da Arábia Saudita, Abdul Aziz bin Abdullah Al-Sheikh.
Depois de questões levantadas pelo Ministério de Assuntos Islâmicos do governo local, Al-Sheikh, que é o acadêmico com capacidade reconhecida de interpretar a Charia (lei islâmica), explicou que as rezas podem acontecer fora das mesquitas.
O mufti ainda apontou que a oração de Taraui, realizada pouco antes da meia-noite e que inclui extensas leituras do livro sagrado é 'sunna' (ensinamentos do profeta) e não é obrigatória.
Quanto à oração de Eid, ao final do dia de jejum, a autoridade religiosa estabeleceu que, "se a situação atual continuar e não for possível realizá-la nas capelas e mesquitas, ela será rezada nas casas, sem um sermão".
Al-Sheikh ainda lembrou uma passagem, em que Maomé diz: "se ordenei a fazer algo, faça como seja possível".
A Arábia Saudita suspendeu as orações em todos os locais, inclusive as mesquitas sagradas da Meca e Medina, ainda em meados de março. Ambas seguem fechadas para peregrinação, assim como outros locais sagrados do islamismo.
O país registrou até o momento pouco mais de 5,8 mil casos de infecção pelo novo coronavírus, e 79 mortes.EFE

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