DÉFICIT POPULACIONAL - Japão vai usar bebês robóticos para estimular casais a ter filho
O Kirobo Mini, da Toyota, é capaz de imitar comportamentos de uma criança (Foto: Divulgação/Toyota)
Em um esforço de impulsionar a decrescente taxa de natalidade do Japão, bebês robóticos vêm sendo desenvolvidos no país para estimular que casais japoneses criem laços familiares com o robô e se tornem “pais”. A ideia é criar robôs que imitem ou representem o comportamento de um bebê.
Atualmente, dois projetos diferentes vêm sendo trabalhados no Japão. Em outubro deste ano, a Toyota anunciou que planeja vender em 2017 um bebê-robô apelidado de Kirobo Mini. Apesar do pequeno robô, que cabe na palma da mão, não ter a aparência de um bebê real, ele é capaz de imitar comportamentos de uma criança, como reconhecer e responder às pessoas em um tom agudo e ser instável em seus movimentos. O robô deverá ser vendido por 39.800 ienes (cerca de R$ 1.230).
Já o segundo projeto é desenvolvido pela Universidade de Tsukuba desde 2010. O Yotaro, como é chamado, é um simulador de bebê robótico que imita emoções e expressões de uma criança. Além disso, reage ao toque, humor e até mesmo à doença através de um corrimento nasal embutido.
A iniciativa de desenvolver bebês robôs visa combater o grande declínio populacional provocado pelo baixo número de nascimentos e pelo aumento desproporcional da população idosa no país. A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que em 2050 o número de japoneses acima dos 70 anos será quase o dobro do de japoneses entre 15 e 30 anos.
Esse tipo de iniciativa já havia sido testada recentemente em outros países, como Estados Unidos e Austrália. Nesses países, os bebês robóticos foram usados como meio de dissuadir a gravidez na adolescência, no entanto, os resultados dos testes mostraram que as gestações aumentaram entre os grupos que recebiam.Quartz
Em um esforço de impulsionar a decrescente taxa de natalidade do Japão, bebês robóticos vêm sendo desenvolvidos no país para estimular que casais japoneses criem laços familiares com o robô e se tornem “pais”. A ideia é criar robôs que imitem ou representem o comportamento de um bebê.
Atualmente, dois projetos diferentes vêm sendo trabalhados no Japão. Em outubro deste ano, a Toyota anunciou que planeja vender em 2017 um bebê-robô apelidado de Kirobo Mini. Apesar do pequeno robô, que cabe na palma da mão, não ter a aparência de um bebê real, ele é capaz de imitar comportamentos de uma criança, como reconhecer e responder às pessoas em um tom agudo e ser instável em seus movimentos. O robô deverá ser vendido por 39.800 ienes (cerca de R$ 1.230).
Já o segundo projeto é desenvolvido pela Universidade de Tsukuba desde 2010. O Yotaro, como é chamado, é um simulador de bebê robótico que imita emoções e expressões de uma criança. Além disso, reage ao toque, humor e até mesmo à doença através de um corrimento nasal embutido.
A iniciativa de desenvolver bebês robôs visa combater o grande declínio populacional provocado pelo baixo número de nascimentos e pelo aumento desproporcional da população idosa no país. A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que em 2050 o número de japoneses acima dos 70 anos será quase o dobro do de japoneses entre 15 e 30 anos.
Esse tipo de iniciativa já havia sido testada recentemente em outros países, como Estados Unidos e Austrália. Nesses países, os bebês robóticos foram usados como meio de dissuadir a gravidez na adolescência, no entanto, os resultados dos testes mostraram que as gestações aumentaram entre os grupos que recebiam.Quartz

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