REFORMA DA PREVIDÊNCIA - Previdência manterá déficit mesmo com reforma
Situação da Previdência no país 'é tão delicada que a reforma não vai conseguir acabar com o deficit' no setor, afirmou Caetano (Fonte: Reprodução/Agência Brasil)
Em entrevista ao Canal Livre, da Rede Bandeirantes, o secretário da Previdência Social do Ministério da Fazenda, Marcelo Caetano, afirmou na madrugada desta segunda-feira, 12, que a situação da Previdência no país “é tão delicada que a reforma não vai conseguir acabar com o déficit” no setor.
De acordo com Caetano, “o máximo que vai se conseguir é estabilizá-lo [o déficit]. Temos de ser bem sinceros com isso”.
O secretário ressaltou que a economia de mais de R$ 700 milhões prevista com a aprovação da reforma será apenas nos dez primeiros anos. Com o envelhecimento da população nos anos seguintes, o caixa do governo continuará sob pressão.
Caetano disse também que, “em termos previdenciários”, aposentados ou pensionistas têm os direitos garantidos, assim como trabalhadores que já podem se aposentar, mas ainda continuam no mercado. Portanto, não é preciso uma corrida para que esses trabalhadores se aposentem antes da aprovação da Reforma da Previdência, afirmou o secretário.
Em relação à previdência privada, Caetano disse que a modalidade deve seguir complementar à social: “Temos uma proposta na PEC (da Previdência) que incentiva, por exemplo, o uso da previdência privada complementar pelo servidor público”.Uol
Em entrevista ao Canal Livre, da Rede Bandeirantes, o secretário da Previdência Social do Ministério da Fazenda, Marcelo Caetano, afirmou na madrugada desta segunda-feira, 12, que a situação da Previdência no país “é tão delicada que a reforma não vai conseguir acabar com o déficit” no setor.
De acordo com Caetano, “o máximo que vai se conseguir é estabilizá-lo [o déficit]. Temos de ser bem sinceros com isso”.
O secretário ressaltou que a economia de mais de R$ 700 milhões prevista com a aprovação da reforma será apenas nos dez primeiros anos. Com o envelhecimento da população nos anos seguintes, o caixa do governo continuará sob pressão.
Caetano disse também que, “em termos previdenciários”, aposentados ou pensionistas têm os direitos garantidos, assim como trabalhadores que já podem se aposentar, mas ainda continuam no mercado. Portanto, não é preciso uma corrida para que esses trabalhadores se aposentem antes da aprovação da Reforma da Previdência, afirmou o secretário.
Em relação à previdência privada, Caetano disse que a modalidade deve seguir complementar à social: “Temos uma proposta na PEC (da Previdência) que incentiva, por exemplo, o uso da previdência privada complementar pelo servidor público”.Uol

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