BRASIL POBREZA
Brasil corre risco de voltar ao ‘mapa da fome’, alerta FAO
Brasil deixou o 'Mapa da Fome Mundial' em 2014 (Fonte: Reprodução/Agência Brasil)
O Brasil tem atualmente 7 milhões de pessoas extremamente pobres que não recebem qualquer tipo de assistência social. O alerta foi feito pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).
De acordo com a organização, o país corre sério risco de voltar a integrar o “Mapa da Fome Mundial”, que é divulgado desde 1990.
Em entrevista ao Valor Econômico, o diretor-geral da FAO, José Graziano da Silva, afirmou que, “se o Brasil não voltar a crescer de forma sustentada e não tiver um revigoramento do mercado de trabalho, simultaneamente a uma correção nos valores de transferência de renda, corremos um risco importante de voltarmos ao mapa da fome”.
O Brasil deixou o “Mapa da Fome Mundial” em 2014. Na ocasião, menos de 5% dos brasileiros não consumiam o número de calorias mínimo para uma nutrição adequada, segundo a ONU.
Ainda de acordo com a organização, cerca de 2 milhões de famílias brasileiras sobreviviam em 2016 com menos de R$ 133,72 mensais por pessoa. Apesar disso, essas pessoas não recebiam o Bolsa Família, nem o Benefício da Prestação Continuada (BPC).
A taxa de famílias extremamente pobres e sem assistência social aumentou de 2,9% no primeiro trimestre de 2016 para 3,3% no quarto trimestre de 2016.
O Ministério do Desenvolvimento Social argumenta que o número de famílias desassistidas é menor, uma vez que o número de beneficiários tanto do Bolsa Família quanto do BPC seria subestimado.
O diretor-geral da FAO ressalta que o aumento do desemprego e da pobreza extrema no país podem ter levado milhões de famílias a piorar sua segurança alimentar.Valor Econômico
Brasil deixou o 'Mapa da Fome Mundial' em 2014 (Fonte: Reprodução/Agência Brasil)
O Brasil tem atualmente 7 milhões de pessoas extremamente pobres que não recebem qualquer tipo de assistência social. O alerta foi feito pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).
De acordo com a organização, o país corre sério risco de voltar a integrar o “Mapa da Fome Mundial”, que é divulgado desde 1990.
Em entrevista ao Valor Econômico, o diretor-geral da FAO, José Graziano da Silva, afirmou que, “se o Brasil não voltar a crescer de forma sustentada e não tiver um revigoramento do mercado de trabalho, simultaneamente a uma correção nos valores de transferência de renda, corremos um risco importante de voltarmos ao mapa da fome”.
O Brasil deixou o “Mapa da Fome Mundial” em 2014. Na ocasião, menos de 5% dos brasileiros não consumiam o número de calorias mínimo para uma nutrição adequada, segundo a ONU.
Ainda de acordo com a organização, cerca de 2 milhões de famílias brasileiras sobreviviam em 2016 com menos de R$ 133,72 mensais por pessoa. Apesar disso, essas pessoas não recebiam o Bolsa Família, nem o Benefício da Prestação Continuada (BPC).
A taxa de famílias extremamente pobres e sem assistência social aumentou de 2,9% no primeiro trimestre de 2016 para 3,3% no quarto trimestre de 2016.
O Ministério do Desenvolvimento Social argumenta que o número de famílias desassistidas é menor, uma vez que o número de beneficiários tanto do Bolsa Família quanto do BPC seria subestimado.
O diretor-geral da FAO ressalta que o aumento do desemprego e da pobreza extrema no país podem ter levado milhões de famílias a piorar sua segurança alimentar.Valor Econômico

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