MERCOSUL DESPEDIDA
Temer se despede do Mercosul e destaca fraternidade do bloco
EFE/Federico Anfitti
O presidente Michel Temer se despediu dos demais líderes do Mercosul nesta terça-feira, em cúpula realizada em Montevídeu, no Uruguai, destacando a fraternidade entre os países que fazem parte do bloco.
Para o emedebista, que deixará o poder no próximo dia 1º de janeiro, um dos pilares que ajudou na construção do Mercosul é a fraternidade entre Brasil, Paraguai, Argentina e Uruguai.
"Neste caso particular, (a fraternidade) do Mercosul são pessoas que enaltecem a democracia, os direitos humanos, o diálogo e os interesses comuns", afirmou Temer.
Em tom de despedida, Temer disse que espera poder ir como turista aos países-membros do Mercosul para cumprimentar seus respectivos líderes depois da posse de Jair Bolsonaro como presidente.
Temer também falou sobre a presidência temporária da Argentina no Mercosul e afirmou que espera que o presidente do país, Mauricio Macri, avance no acordo entre o bloco e a União Europeia.
Além disso, o presidente destacou o papel do Brasil nos avanços das negociações entre o Mercosul e a Aliança do Pacífico - formada por Chile, Colômbia, México e Peru.
"Fizemos há pouco uma grande aliança com a Colômbia e um tratado de livre-comércio com o Chile, isso sem envolver as questões típicas do Mercosul, mas é uma aliança com latinos", ressaltou.
Além disso, Temer pediu que o bloco se abra para outras alianças e ressaltou as negociações atualmente realizadas com Canadá, Marrocos, Líbano e Associação Europeia de Livre-Comércio (EFTA).
Já no fim do discurso, Temer também destacou os progressos obtidos pelo Brasil durante seus dois anos e meio de governo.
"A Organização Mundial de Comércio declarou que o Brasil foi em 2018 o país que mais se abriu à facilitação do comércio no mundo todo", disse Temer.EFE
EFE/Federico Anfitti
O presidente Michel Temer se despediu dos demais líderes do Mercosul nesta terça-feira, em cúpula realizada em Montevídeu, no Uruguai, destacando a fraternidade entre os países que fazem parte do bloco.
Para o emedebista, que deixará o poder no próximo dia 1º de janeiro, um dos pilares que ajudou na construção do Mercosul é a fraternidade entre Brasil, Paraguai, Argentina e Uruguai.
"Neste caso particular, (a fraternidade) do Mercosul são pessoas que enaltecem a democracia, os direitos humanos, o diálogo e os interesses comuns", afirmou Temer.
Em tom de despedida, Temer disse que espera poder ir como turista aos países-membros do Mercosul para cumprimentar seus respectivos líderes depois da posse de Jair Bolsonaro como presidente.
Temer também falou sobre a presidência temporária da Argentina no Mercosul e afirmou que espera que o presidente do país, Mauricio Macri, avance no acordo entre o bloco e a União Europeia.
Além disso, o presidente destacou o papel do Brasil nos avanços das negociações entre o Mercosul e a Aliança do Pacífico - formada por Chile, Colômbia, México e Peru.
"Fizemos há pouco uma grande aliança com a Colômbia e um tratado de livre-comércio com o Chile, isso sem envolver as questões típicas do Mercosul, mas é uma aliança com latinos", ressaltou.
Além disso, Temer pediu que o bloco se abra para outras alianças e ressaltou as negociações atualmente realizadas com Canadá, Marrocos, Líbano e Associação Europeia de Livre-Comércio (EFTA).
Já no fim do discurso, Temer também destacou os progressos obtidos pelo Brasil durante seus dois anos e meio de governo.
"A Organização Mundial de Comércio declarou que o Brasil foi em 2018 o país que mais se abriu à facilitação do comércio no mundo todo", disse Temer.EFE

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