FGV/IBRE
Desigualdade de renda no Brasil bate recorde
Efeitos da crise têm atingido mais as pessoas que ganham menos do que as com renda maior (Fonte: Reprodução/Agência Brasil)
Uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/IBRE) revelou que a desigualdade de renda no país atingiu em março o maior patamar já registrado desde o início da série histórica, em 2012.
Ainda de acordo com a pesquisa, o índice que mede a desigualdade no país vem crescendo consecutivamente desde 2015.
A pesquisa utiliza o índice de Gini, que tem uma escala de 0 a 1 (maior desigualdade de renda). Em março, o índice do Brasil foi de 0,627.
Os efeitos da crise têm atingido mais as pessoas que ganham menos do que as com renda maior, ainda segundo a pesquisa. Os mais pobres também estão demorando mais para se recuperar.
O pesquisador da área de Economia Aplicada do FGV/IBRE, Daniel Duque, ressaltou, em nota, que “há menos empresas contratando e demandando trabalho, ao passo que há mais pessoas procurando. Essa dinâmica reforça a posição social relativa de cada um. Quem tem mais experiência e anos de escolaridade acaba se saindo melhor do que quem não tem”.G1
Efeitos da crise têm atingido mais as pessoas que ganham menos do que as com renda maior (Fonte: Reprodução/Agência Brasil)
Uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/IBRE) revelou que a desigualdade de renda no país atingiu em março o maior patamar já registrado desde o início da série histórica, em 2012.
Ainda de acordo com a pesquisa, o índice que mede a desigualdade no país vem crescendo consecutivamente desde 2015.
A pesquisa utiliza o índice de Gini, que tem uma escala de 0 a 1 (maior desigualdade de renda). Em março, o índice do Brasil foi de 0,627.
Os efeitos da crise têm atingido mais as pessoas que ganham menos do que as com renda maior, ainda segundo a pesquisa. Os mais pobres também estão demorando mais para se recuperar.
O pesquisador da área de Economia Aplicada do FGV/IBRE, Daniel Duque, ressaltou, em nota, que “há menos empresas contratando e demandando trabalho, ao passo que há mais pessoas procurando. Essa dinâmica reforça a posição social relativa de cada um. Quem tem mais experiência e anos de escolaridade acaba se saindo melhor do que quem não tem”.G1

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