Homossexualidade pode se desenvolver no útero...Segundo a The Quarterly Review of Biology
De acordo com uma hipótese recém-lançada, a homossexualidade pode não estar no próprio DNA, como se acreditava até então. Ao invés disso, conforme um embrião se desenvolve, genes relacionados ao sexo são ligados e desligados em resposta à flutuação dos níveis de hormônios no útero, produzidas tanto pela mãe quanto pelo filho. Isso beneficia o feto, porém, se essas mudanças epigenéticas persistirem uma vez que a criança nasce, ela pode ser homossexual.
Os cientistas publicaram suas descobertas na revista The Quarterly Review of Biology. Geneticistas evolucionistas propõem que esta é a razão pela qual a homossexualidade não desapareceu devido à pressão evolutiva. A pesquisa atual estima que 8% da população seja gay. Se um de um par de gêmeos idênticos é gay, há uma chance de 20% que o outro também seja, o estudo relatou.
A homossexualidade não está apenas ligada à espécie humana. Há muitas espécies que exibem traços homossexuais, incluindo peixes e aves, e os geneticistas não têm sido capazes de encontrar um gene que seja responsável pela orientação sexual.
A testosterona não explica tudo. Fetos do sexo feminino são expostos a pequenas quantidades de testosterona de suas glândulas supra-renais, da placenta e do sistema endócrino da mãe. Em muitos pontos-chave da gestação, os fetos masculinos e femininos são expostos a quantidades semelhantes de testosterona. Os níveis de hormônios podem ser maiores do que o normal em mulheres e menor do que o esperado em homens, sem quaisquer efeitos sobre as estruturas genitais ou cérebro.
Os autores propõem que as diferenças na sensibilidade de hormônios sexuais resultam em alterações epigenéticas, que não afetam a estrutura de um gene. As mudanças epigenéticas poderiam aumentar ou atenuar a atividade de testosterona, conforme
o necessário.
As mudanças epigenéticas envolvem alterações nas proteínas que se ligam em cadeias de DNA e podem ser transmitidas aos descendentes. Os autores propõem que a homossexualidade pode ser resultado dos genes pré-natais dos próprios pais, e isso pode alterar a ativação de genes em áreas do cérebro da criança envolvidos na atração e preferência sexual. Isso poderia explicar por que a homossexualidade persiste ao longo da evolução, afirmam os autores. [SciTechDaily]
Os cientistas publicaram suas descobertas na revista The Quarterly Review of Biology. Geneticistas evolucionistas propõem que esta é a razão pela qual a homossexualidade não desapareceu devido à pressão evolutiva. A pesquisa atual estima que 8% da população seja gay. Se um de um par de gêmeos idênticos é gay, há uma chance de 20% que o outro também seja, o estudo relatou.
A homossexualidade não está apenas ligada à espécie humana. Há muitas espécies que exibem traços homossexuais, incluindo peixes e aves, e os geneticistas não têm sido capazes de encontrar um gene que seja responsável pela orientação sexual.
A testosterona não explica tudo. Fetos do sexo feminino são expostos a pequenas quantidades de testosterona de suas glândulas supra-renais, da placenta e do sistema endócrino da mãe. Em muitos pontos-chave da gestação, os fetos masculinos e femininos são expostos a quantidades semelhantes de testosterona. Os níveis de hormônios podem ser maiores do que o normal em mulheres e menor do que o esperado em homens, sem quaisquer efeitos sobre as estruturas genitais ou cérebro.
Os autores propõem que as diferenças na sensibilidade de hormônios sexuais resultam em alterações epigenéticas, que não afetam a estrutura de um gene. As mudanças epigenéticas poderiam aumentar ou atenuar a atividade de testosterona, conforme
o necessário.
As mudanças epigenéticas envolvem alterações nas proteínas que se ligam em cadeias de DNA e podem ser transmitidas aos descendentes. Os autores propõem que a homossexualidade pode ser resultado dos genes pré-natais dos próprios pais, e isso pode alterar a ativação de genes em áreas do cérebro da criança envolvidos na atração e preferência sexual. Isso poderia explicar por que a homossexualidade persiste ao longo da evolução, afirmam os autores. [SciTechDaily]

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