domingo, 31 de julho de 2011

Mais próximo da cura da AIDS


Pesquisadores reativam vírus dormentes de modo contra intuitivo


Pesquisadores da AIDS, muitos dos quais estão reunidos nessa semana em Roma para um evento da Internacional AIDS Society, estão felizes, e com razão, pelo progresso de suas pesquisas. O uso de drogas antiretrovirais, em particular, não só revolucionou o tratamento da infecção do HIV, como também ofereceu a possibilidade de estancar a multiplicação do vírus. O paciente que não interromper o tratamento ou desenvolver resistência pode contar com uma vida quase tão longa quanto a de um indivíduo não contaminado.

Mas por mais que sejam ótimos em manter a carga viral baixa, antiretrovirais nunca destroem o vírus completamente, logo não curam o paciente de uma vez por todas. Há duas razões para isto. Uma é que apesar de o HIV se reproduzir principalmente em células do sistema imunológico chamadas células T, ele também se instala em certas células cerebrais, intestinais e linfáticas. Nessas células o vírus está protegido por mecanismos que não são, até agora, completamente entendidos. A outra é que até em células T o vírus por vezes para de se reproduzir e entra em estado dormente. Uma vez que os antiretrovirais funcionam intervindo no processo de replicação, os vírus em estado de dormência são imunes a seus efeitos. Caso pare de tomar a medicação, um vírus dormente acordará e rapidamente recontaminará seu hospedeiro.

Mas há uma luz no fim do túnel. Muitos pesquisadores estão abordando a questão dos vírus dormentes de modo contra-intuitivo. Eles estão tentando despertar os vírus de modo a aumentar, ao invés de reduzir, a quantidade de HIV no corpo do paciente. O raciocínio é que os vírus despertos matarão as células em questão (logo se matando também) ou encorajarão o sistema imunológico a atacar tais células.

Nenhum estudo publicado até agora conseguiu reativar todo o HIV dormente num ser humano ou numa cultura de células, mas ainda assim tratam-se de passos animadores. Alguns médicos já suspeitam que a reativação total não seja necessária. Se aos novos tratamentos escaparem cópias latentes de difícil ativação do vírus, essas cópias deverão, de todo modo, oferecer menos risco de se reativarem e replicarem naturalmente por estarem num estado mais profundo de dormência.

Infelizmente, nenhuma das drogas atuais lida com a outra parte do problema: os vírus no cérebro, intestino e nódulos linfáticos. Mas muitos profissionais do ramo consideram que a dormência das células T é uma causa mais comum de recaída do que o HIV nesses tecidos reservatórios. Se for possível lidar com esta questão, um grande passo em direção ao conhecimento definitivo da pesquisa do HIV terá sido dado na busca por uma cura rápida e eficiente.

Fonte: Economist

Um bom domingo




Um Deus que não falha

em diversos momentos do Povo de Deus,
no passado e no presente, vemos claramente
que nosso Deus não falha.

Ele aparece com ações fora do comum na hora
que menos esperamos.

foi assim na vida de Abraão, Moisés, Gideão...
Foi assim com o apóstolo Pedro, João, Paulo...

É assim conosco hoje!

podemos confiar, e esperar sua ação ao nosso favor.

Será sempre assim, hoje e amanhã.

Ele não falha, nem falhará.

Louvado seja seu grandioso Nome.

Pr. Edilson Ramos

Portabilidade para planos de saúde já está em vigor


Nova regra vale para clientes de plano individual, familiar e coletivo por adesão


A partir da ultima quinta-feira, 28, usuários de planos de saúde já podem trocar de operadora sem terem que obedecer a um novo prazo de carência.

A nova regra vale para clientes de plano individual, familiar e coletivo por adesão (contratado por meio de conselho profissional, entidade de classe, sindicatos ou federações), mas não inclui planos empresariais, aqueles contratados pelas empresas para seus funcionários.

Mesmo valor ou mais barato

Para trocar de operadora de plano de saúde sem nova carência o usuário precisa estar com as mensalidades em dia e a mudança deve ser feita para um pacote de serviços de igual valor ou mais barato.

Para quem deseja usufruir deste novo tipo de portabilidade, a Agência Nacional de Saúde disponibiliza para os usuários um guia para comparação de mais de 5 mil planos de 1.400 operadoras do mercado. O guia pode ser encontrado no site da ANS.

Fonte:Jornal do Brasil

Mulheres japonesas são as que vivem mais


Mulheres em um jardim de Tóquio


O Ministério da Saúde do Japão informou nesta quarta-feira, 27, que as japonesas continuam sendo as que mais vivem em todo o mundo, segundo dados de 2010.

Em 2009, a expectativa de vida das japonesas atingiu o recorde de 86,44 anos. Em 2010 ela caiu para 86,39 anos. Foi a primeira queda — embora ligeira — em cinco anos.

De acordo um funcionário do governo, o aumento do número de mortes pode ter sido ocasionado pela onda de calor do ano passado no país, quando as mortes em decorrência de hipertermia chegaram a um recorde de 1.718, com 80% das vítimas com 65 anos ou mais.

Quando se trata de longevidade feminina, o Japão ocupa o primeiro lugar do ranking mundial, seguido por Hong Kong, com 85,9 anos, e França, com 84,8 anos. Já em relação à longevidade masculina, o Japão ocupa o quarto lugar no ranking mundial, atrás de Hong Kong, com 80 anos, Suíça, com 79,8 anos, e Israel, com 79,7 anos.

Em 2010, a expectativa de vida dos homens no Japão aumentou pelo quinto ano consecutivo, para 79,64 anos.

Fonte:Portal Exame

Morar sozinho pode ser um mau negócio


Cerca de 10% das residências brasileiras são compostas por apenas um morador. São jovens em início de carreira, solteiros convictos e divorciados


Apesar de morar sozinho ser sinônimo de liberdade e independência, significa também não ter com que quem dividir as despesas. Cerca de 10% das residências brasileiras são compostas por apenas um morador. São jovens em início de carreira, solteiros convictos ou mesmo divorciados que não moram mais com os filhos. E o primeiro choque de realidade deles é o custo da habitação.

A procura por imóveis de um quarto, tanto para aluguel quanto para compra, é bastante alta se comparada à oferta. Além disso, apartamentos de um quarto têm custos de construção semelhantes aos de dois quartos que, no entanto, são preferidos pelas construtoras por terem demanda ainda maior.

Se estiver em início de carreira, a pessoa pode comprometer até metade do orçamento com moradia. Isso porque imóveis de um dormitório têm o metro quadrado mais caro, tanto para locação quanto para venda, quando comparados aos imóveis de mais dormitórios na mesma região.

Em seguida, a maior dificuldade do solteiro é manter uma alimentação adequada. Muitos, desanimados com o fato de ter que cozinhar apenas para si, acabam gastando muito mais fazendo todas as refeições em restaurantes. Mesmo aqueles que optam pela economia do supermercado acabam se rendendo à tentação dos congelados, altamente calóricos.

Ao se deparar com as enormes porções de comida comercializadas nos mercados, o solteiro muitas vezes desiste da compra. As porções individuais de alimentos mais saudáveis, por sua vez, normalmente são muito mais caras, pois já vêm semipreparadas. Além disso, alimentos que não podem ser congelados, como folhas e frutas, geralmente estragam antes que a pessoa consiga consumi-los por inteiro.

Fonte:Exame

Estouro de bilheteria



'Harry Potter' bate recorde de 'Avatar'

"Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2", último filme da saga, ultrapassou a marca de US$ 900 milhões (aproximadamente R$ 1,4 bilhão) de bilheteria em apenas 15 dias.
Com este valor o longa ultrapassa o record de "Avatar", que arrecadou a quantia em 18 dias.
De acordo com o site "Box Office Mojo", o filme deverá alcançar US$ 1 bilhão até o início da próxima semana.
O número deve levar o desfecho da franquia a ser o nono a conquistar a soma nas bilheteria em toda história do cinema. (eBand)

sábado, 30 de julho de 2011

Dilma será candidata em 2014, diz Lula


Sérgio Cabral e Lula participam de palestra


O Brasil tem uma candidata a presidente em 2014: Dilma Roussef. Foi o que disse ontem (29) o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao negar qualquer possibilidade de concorrer nas próximas eleições. “Acho que já cumpri minha tarefa neste país.”
De acordo com Lula, Dilma só não concorrerá à reeleição se não quiser. “Como dizia [o deputado] Ulysses [Guimarães], a política é como um bom trago. Você acha não vai gostar, mas gosta. É uma doença”, assinalou ele, após fazer palestra na Escola Superior de Guerra (ESG), no Rio.
“Mas acho que a Dilma não está preocupada com isso, não. Ela está preocupada em trabalhar e mostrar sua competência”, acrescentou o ex-presidente.
Lula também comentou a declaração do ministro da Defesa, Nelson Jobim, de que votou em José Serra para presidente. “O Jobim não foi convidado para o meu governo por seus votos, mas pelo que ele poderia fazer no Ministério da Defesa. Pela sua competência e qualidade. Em quem ele votou, é irrelevante. Está cheio de gente que votou no Serra e não gosta mais dele ou que votou em mim e não gosta mais de mim.”
O ex-presidente elogiou as decisões da presidenta Dilma sobre as suspeitas de corrupção no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). “O importante é que na medida em que haja uma denúncia, você investigue, apure. Se as denúncias forem verdadeiras, quem cometeu o erro paga. Se a pessoa for inocente, ela volta para o seu trabalho.” (Agência Brasil)

De novo Ele! e agora ataca de garoto propaganda.




Bolsonaro diz que aceita fazer propaganda de lingerie para reforçar imagem contra 'kit gay'

As polêmicas do deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) devem lhe render uma vaga de garoto-propaganda no comercial da marca de lingerie Duloren. No início, o convite era para uma participação ao lado da ex-BBB Ariadna Miranda, conforme divulgou a coluna de Ancelmo Gois. Bolsonaro recusou na hora, pois "só toparia aparecer ao lado de uma mulher e não de um homem". A empresa, interessada na polêmica, fez contraproposta para que o parlamentar aparecesse ao lado de uma modelo do tipo 'gostosona'. Bolsonaro aceitou, desta vez sem titubear.

As negociações estão avançadas e faltam apenas detalhes para a assinatura do contrato. A campanha deve ser divulgada somente em mídia impressa de setembro até o final do ano.
Segundo relato de Bolsonaro, ele posaria ao lado da modelo - que estaria de calcinha e sutiã, claro. Na propaganda, teria a frase "esse kit eu aprovo". Tudo porque o deputado, acompanhado de outros colegas do Congresso, lutou para que a presidente Dilma Rousseff suspendesse a distribuição de kits que visavam a combater o preconceito contra os homossexuais. A turma de Bolsonaro apelidou o material de kit gay e venceu a queda de braço com o movimento LGBT. Agora, o interesse do deputado com a propaganda é colar essa imagem de parlamentar que ajudou a acabar com a circulação do material.
"A ideia quando falo essa frase na propaganda é de que aprovo esse kit de lingerie. Mas o kit gay, não. Esse eu não aprovo!", disse ele.
Mas o presidente da Duloren, Roni Argalji, nega que a idéia seja essa. "A palavra kit não existe neste anúncio. Não existe. Eu não quero remeter a isso (à polêmica do material do governo contra a homofobia). O Bolsonaro posará ao lado de uma mulher apontando o dedo para ele (Bolsonaro) e dizendo que não concorda com ele. São duas pessoas de opiniões contrárias que estarão juntas. Selecionaremos a melhor foto que represente essa situação."
O executivo disse que "é lógico que a propaganda gera polêmica", mas que o importante é respeitar as opiniões que são diferentes."A minha marca tem personalidade. Não é uma Maria vai com as outras", disse ele, justificando o convite a Bolsonaro.
O deputado ainda quer saber com a empresa detalhes do comercial. "Porque tem que ver que sou um cara casado", afirma, ressaltando que a esposa ainda não foi consultada sobre a forte possibilidade de ele aparecer ao lado de uma linda modelo.
O parlamentar, que diz ter dado uma risada ao saber do convite, afirma não ver conflito em ser garoto-propaganda de uma marca e seu trabalho de deputado.
"A partir do momento em que não tenho lucro, não vejo problema. Além disso, é uma proposta limpa", explicou Bolsonaro, que prometeu doar o cachê para uma instituição de caridade.

Agência O Globo

Reprovados por má gestão


Países que escapam da pobreza nem sempre tornam-se mais pacíficos

A maioria das pessoas pensa conhecer a aparência de um Estado falido. Um exemplo óbvio é a Somália, onde uma epidemia de fome no sul foi formalmente reconhecida pela ONU na semana passada.

De muitas maneiras a região atingida pela fome resume o colapso da autoridade: extremistas controlam estradas e mercados; o governo é impotente fora da capital; estrangeiros fornecem a pouca ajuda que há. Mas nem todos os Estados frágeis ou falidos se parecem com a Somália. Neste mês o Banco Mundial publicou sua lista anual de países por categoria de renda: rico, intermediário ou pobre. Vários países africanos estão em situação melhor do que a Somália; eles elevaram seu nível de renda de pobre a intermediário. Ainda assim, notavelmente, 15 dos 56 países de renda média baixa da lista (i.e. mais de um quarto dos países estudados) também aparecem na lista de Estados frágeis ou falidos. A falência de um Estado, tudo indica, não tem necessariamente a ver com outras desventuras humanas, como a pobreza, por exemplo.

Porque deve importar que um grupo de nações cruzou uma linha arbitrária separando países de renda média e baixa? O grupo é interessante por várias razões. Apesar de seus membros serem semiprósperos quando considerada a renda per capita, eles abrigam uma parcela grande e crescente de pessoas muito pobres. Países de renda média falidos ou frágeis englobam 180 milhões de pessoas do grupo mais necessitado do mundo (aqueles vivendo com menos de 1 US$ por mês). Este montante totaliza 17% do total das pessoas mais pobres do mundo – mais do que os 10% do total da população que vive em Estados pobres mas estáveis. Qualquer um preocupado com a mitigação da pobreza deve encarar esses Estados.

A categoria também cresceu rápido. Estados falidos costumavam ser pobres quase que por definição. Desde 2005, o grupo se expandiu em grande parte graças aos Estados que costumavam ser pobres terem se tornado mais ricos, mas não mais funcionais. Isso aponta para uma ampla lição sugerida pela ascensão deste novo grupo. Lugares indigentes costumam ser caóticos; mas aqueles que se encontram numa posição um pouco melhor não são necessariamente mais estáveis. A violência é mais responsável do que se pensava em manter estes países na pobreza. Ainda assim, países escapam da pobreza, mas nem sempre tornam-se mais pacíficos ao longo do processo.

Como o estudo que fundamenta o Relatório de Desenvolvimento Mundial revela, quase 70% das guerras e conflitos aconteceram no quartil mais pobre dos países nos anos ’60; pouco mais de 10% aconteceram no quartil acima, os países de renda média baixa. No ano 2000, entretanto, isso mudou. A parcela de conflitos no grupo de países mais pobres caiu abaixo dos 40%; a fatia dos países de renda média baixa subiu para mais de 40%. Conflitos estão se tornando mais comuns em países de renda média baixa, e governos fracos apontam para a violência de modo pelo menos tão enfático quando a própria pobreza.

*Texto adaptado por Eduardo Sá

Fontes: The Economist

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Happy Hour

Pensamento da sexta:

“Não existe nada de completamente errado no mundo, mesmo um relógio parado, consegue estar certo duas vezes por dia”.
Paulo Coelho












Belém...Pará....Amazônia....Brasil



Grande pela própria natureza....com suas
riquezas naturais que aguçam visionários do
Mundo todo.....o Pará na verdade se anuncia
como a estrela solitária do Norte na bandeira
Nacional.

Forte por ser gigante....onde todas as raças se
multiplicam e belo por ser único é o melhor portal
da Amazônia brasileira.


Peça do publicitário Glauco lima contra a divisão do Pará.



Orgulho de ser do Pará (Grupo RBA/Diário do Pará)



Bragança –Pa




Anajas-Pa



Mosqueiro-Belém-Pa




Salinas-Pa

DIGA NÃO A DIVISÃO!

Pólio até 2012


Vacinação deverá continuar mesmo que objetivo da erradicação seja alcançado em 2012


Plano de erradicar pólio até 2012 pode não se concretizar

A presunção é sempre perigosa. Em 1977, a varíola foi erradicada e – salvo por uma infecção acidental em um laboratório britânico no ano seguinte – essa afirmação sobreviveu ao teste do tempo. Tendo eliminado uma doença viral, às autoridades decidiram que deveriam ser capazes de se livrar de outra: a pólio. A doença, no entanto, se mostrou um oponente mais forte. A meta original da Organização Mundial de Saúde, definida em 1988, era conseguir um mundo livre da pólio em 2000, e se provou ilusória.

O novo prazo determinado pela Iniciativa Global de Erradicação da Pólio (GPEI), o órgão multinacional encarregado de lidar com a doença, é o ano que vem. No dia 20 de julho, no entanto, Sir Liam Donaldson, ex-ministro da saúde britânico e hoje presidente do conselho de um comitê independente de observação que analisa as atividades da GPEI, publicou um relatório que afirma que esse também é um prazo arriscado.

Na verdade, a GPEI fez um belo trabalho. O número de casos de pólio é um mero 1% dos índices registrados em 1988. Mas esse número já se mantém por anos, e combater os últimos casos remanescentes tem se mostrado mais difícil que o esperado.

A pólio é um desafio para países de políticas instáveis e sistemas de saúde fracos. Para conter as epidemias, a vigilância deve estar sempre alerta: o vírus costuma permanecer oculto, paralisando apenas um em cada 200 infectados. Além disso, a vacina é delicada e deve ser mantida sob refrigeração, e a imunização depende de várias aplicações.

Hoje a pólio é endêmica em apenas quatro países: Afeganistão, Índia, Nigéria e Paquistão. No entanto, reapareceu em vários outros e cada país tem seus próprios problemas. No Afeganistão, a GPEI não conseguiu interromper o contágio em 13 distritos arrasados pela guerra. A maior parte da Índia está livre da doença, mas os estados de Uttar Pradesh e Bihar continuam a registrar casos de pólio. Em 2003 e 2004, a Nigéria foi vítima de rumores que afirmavam que a vacina contra pólio esterilizaria as crianças e a infectaria com o vírus da AIDS. E embora no Paquistão a incidência de pólio tenha sido reduzida em dez vezes entre 1995 e 2000, conflitos, falta de saneamento básico e uma população nômade ajudaram o número de casos a ter um crescimento de 62% no ano passado.

Em 2010, a GPEI adotou uma nova estratégia, com o objetivo de interromper a disseminação da doença até 2012. Se, três anos mais tarde, nenhum caso tiver sido registrado, a doença será considerada erradicada. Uma prioridade da nova estratégia é trabalhar cuidadosamente com os líderes locais, para conseguir apoio para a imunização.

Na Ásia, onde os casos de pólio estão concentrados em poucos lugares, a GPEI criou planos específicos para cada um deles. Por exemplo, uma melhor coordenação entre o Afeganistão e o Paquistão ajudaria a controlar a o contágio através da fronteira. Na África, onde o vírus se espalha por uma série de países, a GPEI intensificaria atividades em países como Angola, Chade, Guiné e Mali, onde a pólio reapareceu recentemente. A resposta a novas epidemias seria mais rápida e intensa; a administração de vacinas, mais ampla. E uma nova e mais eficaz vacina oral também ajudaria.

O comitê de Sir Liam é um produto dessa nova estratégia, e agora cumpre seu papel apontando onde outros componentes estão dando errado. Embora a Índia tenha demonstrado progresso, as eleições interromperam o progresso na Nigéria. Já o plano de emergência do Paquistão parece ter tido pouco efeito: o país registrou 54 casos em 2011, o dobro do registrado no primeiro semestre de 2010.

Países onde a pólio reapareceu também estão lutando. O Chade, por exemplo, demorou para por em prática um plano intenso de ação. A estratégia original da República Democrática do Congo era a de concentrar a vacinação em três províncias. No entanto, o contágio se espalhou, e agora uma campanha mais ampla será necessária.

Mais de US$ 8 bilhões foram gastos até agora, e mais de US$ 1 bilhão veio da Fundação de Bill e Melinda Gates. O casal espera que seu investimento pague um grande dividendo. Um estudo recente estima que a erradicação da pólio traria um lucro líquido entre US$ 40 e 50 bilhões entre 1988 e 2035. Mas esses números partem da premissa de que a pólio será erradicada no ano que vem.

Donald Henderson, o médico que comandou a campanha para livrar o mundo da varíola, prevê que mesmo que a pólio seja considerada erradicada, a vacinação terá que continuar, por garantia. Isso aumentaria os custos. Por enquanto, a GPEI está determinada. Mas a campanha de erradicação não pode durar para sempre.
Fonte: The Economist

Produção no limite


Gabrielli: solução é importar gasolina


Preço da gasolina pode aumentar, diz Gabrielli

Em entrevista à TV Globo, o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, disse que o preço da gasolina no país pode aumentar. Segundo ele, a produção de gasolina atingiu o limite.

Diante de uma grande demanda — reflexo da crise do etanol e da venda de carros flex — Gabrielli afirmou que, por enquanto, a solução é importar gasolina, ressaltando que o combustível não vai faltar no país. A partir de 2012 outras quatro refinarias da Petrobras devem começar a operar.

‘Aumento de 19% da demanda’
“Chegamos a uma situação bastante diferenciada em 2010 e 2011, que é o aumento acelerado da demanda de gasolina. Com a crise do etanol e com a venda de carros flexíveis, flexfuel, que podem usar a gasolina e o etanol, houve um aumento grande da demanda de gasolina. Tivemos aumento de 19% da demanda de gasolina em 2010, que fez com que nossa capacidade de produção de gasolina chegasse ao limite. Nós estamos praticamente no limite das nossas refinarias hoje existentes para a produção de gasolina”, disse Gabrielli.

Fonte:G1

Sem Licitação


Deputado Paulo Maluf (PP-SP)

Maluf recebe aluguel de R$ 1,3 milhão por ano do governo federal

O jornal O Estado de S.Paulo publicou uma reportagem nesta terça-feira, 26, segundo a qual a empresa Maritrad Comercial, que pertence ao deputado Paulo Maluf (PP-SP) e à sua mulher, já recebeu R$ 5,5 milhões do Ministério da Fazenda desde o fim de 2006 em função do aluguel do prédio onde funciona a Procuradoria da Fazenda Nacional, em São Paulo.

Segundo a reportagem, Maluf recebe cerca de R$ 1,3 milhão por ano dos cofres do governo. O contrato de aluguel, que têm vigência até dezembro, foi feito com “dispensa de licitação”.

Ainda de acordo com o jornal, o nome do deputado consta em um relatório sigiloso do Tribunal de Contas da União que defende o fim de negócios envolvendo empresas de parlamentares com o poder público federal. O nome do senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) também está incluído na lista do tribunal.

Paulo Maluf, que em 2005 passou 40 dias preso devido a uma investigação por formação de quadrilha, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas, não respondeu aos contatos da reportagem para comentar a locação do imóvel.

Fonte:Estado de S.Paulo

ESTADOS UNIDOS


Reforma fiscal pode resolver principal problema da gestão de Obama: o aumento da desigualdade

Reforma fiscal é a grande chance de Barack Obama

Qualquer que seja o acordo final para aumentar o teto da dívida fiscal norte-americana, ele certamente incluirá alguma espécie de promessa de que o Congresso e o presidente buscarão a “reforma fiscal” ou a “renovação fiscal”. O propósito não será apenas cortar as brechas fiscais e manter os impostos marginais baixos, mas também fazer com que as receitas subam de seu atual nível de 14,4% do PIB, um nível visto pela última vez na gestão Truman.

O termo “reforma fiscal” soa como música para liberais como Barack Obama. Ele carrega consigo o compromisso bipartidário e grandes negociações nas quais todos ganham. Conservadores ganham impostos mais baixos, liberais ganham um código fiscal mais justo com mais receitas para programas sociais, e menos benefícios para indústrias favorecidas.

Nada relativo à reforma fiscal será mais fácil que o acordo sobre o limite da dívida. Ainda assim, se um acordo orçamentário der ao Congresso uma missão, o objetivo da reforma fiscal pode significar muito mais do que uma simples aproximação da linha de receitas da linha de gastos. Como o código fiscal determina parâmetros básicos da estrutura econômica, pode ser uma oportunidade para mover todo o país na direção de uma maior justiça, crescimento e estabilidade financeira.

A maneira mais óbvia para que o código fiscal reduza a desigualdade parece ser a redistribuição – aumento dos impostos sobre os ricos, e então reduzindo taxas e subsídios para a classe operária e a classe média. Mas colocar em prática o plano de Obama seria como colher grandes fortunas com uma colher de chá e salpicá-la por todo o resto do país.

Como mostram dados recentes, uma porção considerável da enorme desigualdade econômica vem dos pagamentos a executivos dos altos escalões, que cresceram 430% desde os anos 1970, enquanto a média dos salário teve um aumento de apenas 26%. Indústrias inteiras, em especial a que fez de Mitt Romney um homem rico, o private equity, dependeu de regras fiscais que permitiam que transformassem o valor de suas empresas na forma de ganhos capitais.

Código promove desigualdade

O recente aumento na desigualdade é fruto das decisões de gestores corporativos que buscavam tirar mais dos lucros de suas empresas para si (41% dos maiores salários do país são de gestores corporativos), decisões essas que são encorajadas pelo código fiscal. Recompensando a si próprios com ações que acabam gerando um rendimento de curto prazo, eles tornaram suas companhias mais vulneráveis e seus empregados mais pobres.

Embora longe de ser a única causa da desigualdade estrutural, o código fiscal é uma grande parte dela, e a reforma fiscal pode alterara esse cenário. O primeiro passo é dar um fim ao tratamento especial de ganhos capitais e receitas de dividendos – não apenas porque os ricos ganham a maior parte de sua renda dessa forma, mas por causa dos incentivos criados para aumentar a desigualdade e o risco. Essa é uma reforma que, ao mesmo tempo, limparia o código e daria à população mais do que ela quer.

Quando tanta desigualdade é criada dentro de companhias únicas, por que não recompensar empresas que estão diminuindo o abismo salarial e taxar as que o aumentam? Em média, executivos-chefes levam para casa 350 vezes o salário dos trabalhadores, uma diferença que teve um aumento superior a 300% desde 1990 e que não aconteceu em nenhum outro país.

Leo Hindery, um ex-executivo das telecomunicações propôs uma penalidade fiscal para companhias nas quais a compensação executiva exceda um certo nível; outra proposta, apresentada pelo investidor Steve Silberstein, ajustaria a taxa de impostos corporativos com base na proporção salarial entre executivo-chefe e trabalhador médio. Uma companhia com uma proporção semelhante à registrada nos anos 1980, de 50:1, pagaria a taxa atual de 35%. Essa taxa subiria para companhias com proporções maiores e diminuiria para aquelas com proporções menores.

É claro que há muito trabalho a ser feito para garantir que essas propostas funcionem, mas essas ideias sugerem que a “reforma fiscal” pode ser muito mais que apenas um temeroso passo no projeto de responsabilidade fiscal. A cobrança de impostos gera a estrutura básica de incentivos na economia norte-americana, e as mudanças fiscais de Reagan e Bush não compreenderam isso. Se o acordo orçamentário levar à reforma fiscal, será uma ótima oportunidade para entendê-las dessa vez.

Fonte:The New Republic

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Exame de DNA pode botar fim em mistério.


Menina Madeleine McCain, na época de seu desaparecimento, em 2007


Após denúncia de turistas, polícia indiana faz exame de DNA em menina parecida com Madeleine

A polícia da Índia aguarda o resultado de um exame de DNA realizado numa menina de aproximadamente 8 anos, vista por uma turista britânica e dois americanos na cidade de Leh, que levantaram a suspeita de se tratar de Madeleine McCann.
Madeleine está desaparecida desde maio de 2007, quando passava férias com os pais na Praia da Luz, em Portugal. Clarence Mitchell, porta-voz de Gerry e Kate McCann, disse que a família soube da suspeita no último fim de semana.

- Nossos detetives particulares estão cientes. Estamos em contato com as autoridades indianas sobre o incidente e vamos aguardar os resultados do teste de DNA - disse o porta-voz nesta quinta-feira.

Os turistas teriam tentado retirar a menina do casal que a acompanhava, uma francesa e um belga. Ele dizem ser os pais da criança, mas tiveram o passaporte retido pela polícia de Leh, que faz parte do estado de Jammu e Caxemira.

A investigação oficial sobre o desaparecimento de Madeleine foi formalmente arquivada em julho de 2008, mas os pais da menina continuam a busca pela filha desaparecida com detetives particulares. Recentemente, eles lançaram um livro sobre a história, e toda a renda é revertida para o custo das investigações.

China: mais de um milhão acima dos 100 anos em 2069


Cinco países terão população acima dos 100 anos superior a 1 milhão de pessoas até o fim do século

Previsões da ONU citam Japão, Índia, Estados Unidos e Brasil como países que ultrapassarão marca até o fim do século

A maioria dos países celebra o centenário de um cidadão com uma carta do presidente ou do monarca, ou mesmo com algum prêmio em dinheiro. Por enquanto ainda é possível fazer isso, já que os centenários ainda são raros, mas o cenário não irá se manter assim por muito tempo. A China será a primeira a atingir a marca, 90 anos após a implementação de sua política do filho único.



Fonte: The Economist

Conversando com você

“Acho a maior graça.

Tomate previne isso,

cebola previne aquilo,

chocolate faz bem,

chocolate faz mal,

um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas não exagere...

Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos.

Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal pra minha saúde.

Prazer faz muito bem.

Dormir me deixa 0 km.

Ler um bom livro faz-me sentir novo em folha.

Viajar me deixa tenso antes de embarcar, mas depois rejuvenesço uns cinco anos.

Viagens aéreas não me incham as pernas;

incham-me o cérebro, volto cheio de idéias.

Brigar me provoca arritmia cardíaca.

Ver pessoas tendo acessos de estupidez me embrulha o estômago.

Testemunhar gente jogando lata de cerveja pela janela do carro me faz perder toda a fé no ser humano.

E telejornais... os médicos deveriam proibir - como doem!

Caminhar faz bem, dançar faz bem, ficar em silêncio quando uma discussão está pegando fogo, faz muito bem; você exercita o autocontrole e ainda acorda no outro dia sem se sentir arrependido de nada.

Acordar de manhã arrependido do que disse ou do que fez ontem à noite é prejudicial à saúde.

E passar o resto do dia sem coragem para pedir desculpas, pior ainda.

Não pedir perdão pelas nossas mancadas dá câncer, não há tomate ou mussarela que previna.

Ir ao cinema, conseguir um lugar central nas fileiras do fundo, não ter ninguém atrapalhando sua visão, nenhum celular tocando e o filme ser espetacular, uau!

Cinema é melhor pra saúde do que pipoca.

Conversa é melhor do que piada.

Exercício é melhor do que cirurgia.

Humor é melhor do que rancor.

Amigos são melhores do que gente influente.

Economia é melhor do que dívida.

Pergunta é melhor do que dúvida.

Sonhar é melhor do que nada"

(Luís Fernando Veríssimo)



No Palácio de deus

Noticias da Corte

Como noticiamos aqui....Eurinei estava desaparecido
na cidade de Goiânia,nossas fontes secretas do blog
enfim localizaram o jovem rapaz.Na verdade Eurinei
teria sido eleito secretário geral da UNE – União dos
não Estáveis,na foto abaixo vemos Eurinei em sua
performance original,sendo carregado e aclamado
por seus eleitores.




Outra novidade....é que pai Popó,teria sido convidado
oficialmente por Painho para integrar a sua comitiva
Real e que se fará presente neste ultimo fim de semana
em seu palácio de verão para mais um sarau naquele local
......a novidade é que,pai Popó trouxe a tiracolo do nordeste,
seu tio /avo(foto)....o Cacique “Pau de metro” e que trouxe um
presente especial para Painho....trata-se na verdade de uma sunga
estilo fraldão como vemos na foto abaixo....meu deus! Isso vai
dar o que falar.


Fox News prospera sem medo de dar opiniões


Empresa do grupo de Rupert Murdoch triunfa refletindo opiniões de seus espectadores da direita conservadora

Uma das organizações jornalísticas mais rentáveis do planeta é a Fox News, uma rede de TV a cabo norte-americana que pertence à News Corporation. Em 2010, a empresa teria obtido lucros US$ 800 milhões sobre uma receita de US$ 1,5 bilhões, de acordo com a SNL Kagan, uma empresa de pesquisa – mais do que suas rivais CNN e MSNBC juntas.

Criada em 1996 para satisfazer o apetite de espectadores conservadores, a rede traz nomes como Bill O’Reilly e Sean Hannity, que oferecem opiniões e comentários direitistas, embora o canal insista em afirmar que suas reportagens são imparciais. A Fox é mais famosa por ser mais opinativa do que lucrativa, mas Bill Shine, chefe de programação do canal, acha que essas duas características estão ligadas. “Oferecemos opiniões que não são vistas mais em lugar nenhum”, diz ele.

Em um mundo no qual milhares de novas fontes surgem na internet, os consumidores estão soterrados por informações e querem receber o significado dessas informações devidamente mastigado pela mídia. A Fox não é a única organização sem medo de dizer o que pensa, e prosperar por isso. Outros exemplos incluem o apoio declarado da Al Jazeera pelas reformas no mundo árabe, a visão satírica de Jon Stewart no “Daily Show”, e o popular programa de rádio ultra-conservador de Rush Limbaugh.

Fonte: The Economist

Enfim a verdade aparece



Vera Fischer é internada em clínica de reabilitação

A atriz Vera Fischer foi internada em uma clínica de reabilitação para dependentes químicos na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

A informação foi confirmada pelo escritório da assessoria da atriz: "Só podemos dizer que ela realmente está internada", informou um funcionário. Ela deu entrada nesta terça-feira (26) para iniciar um tratamento.

A última aparição de Vera Fischer foi em uma participação especial na novela "Insensato Coração".

Luta contra as drogas

Um dos momentos mais triste vivido por Vera na luta contra as drogas aconteceu em 1995, quando foi acusada de agredir a babá de seu filho com uma tesoura.

Em 1997, a atriz se internou na Clínica Solar do Rio, em Santa Tereza, para um tratamento que durou dois meses.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Saiba como fiscalizar os gastos com a verba pública



Notícias de escândalos de corrupção no Brasil não são novidade. O que poucos sabem é que o acesso a informações de gastos com a verba pública está disponível para a população em geral. Diversos sites – inclusive os oficiais – ajudam o eleitor a fiscalizar minuciosamente os orçamentos de cada órgão e acompanhar as ações dos políticos. Com essas ferramentas, fica fácil descobrir quando um deputado federal pagar caro num restaurante e manda a conta para a Câmara.

Veja a lista de sites abaixo:

Amarribo: Atua na promoção da cultura da probidade e na fiscalização de gastos públicos, além de disponibilizar informações para a formação de ONGs fiscalizadoras de prefeituras e câmaras municipais em todo o Brasil.

Às Claras: Projeto da ONG Transparência Brasil que permite saber quem financia quem nas campanhas políticas, com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Contas Abertas: Acompanhamento dos gastos públicos de todos os poderes. O portal oferece cursos online gratuitos sobre execução orçamentária e disponibiliza dados das transferências feitas pela União para Estados e municípios.

Controladoria Geral da União: O cidadão pode verificar os relatórios de fiscalizações de municípios e irregularidades sobre a transferência de verbas.

Copa Transparente: Portal criado pelo Senado para fiscalizar a Copa do Mundo de Futebol 2014.

ONG Transparência Brasil: O site carrega o histórico dos governadores e parlamentares brasileiros no Congresso Nacional, assembléias estaduais, câmaras das capitais. Ainda é possível ler matérias sobre corrupção nos jornais.

Portal da Transparência do Senado: Dados e informações detalhados sobre a gestão administrativa e a execução orçamentária e financeira do Senado Federal.

Portal Transparência da Câmara dos Deputados: Portal da Câmara dos Deputados dá a oportunidade aos eleitores fiscalizarem os gastos e atuação de cada parlamentar.

Portal Transparência: Por meio do portal é possível consultar detalhadamente todos oconvênios firmados pelas prefeituras e governos estaduais com a União. A atualização dos dados é diária.

Siga Brasil: Sistema de informações que permite acesso a diversas bases de dados sobre planos e orçamentos públicos federais.

Tribunal de Contas da União: O cidadão tem acesso a todos os citados nos processos em tramitação na Justiça.

Tribunal Superior Eleitoral: Prestações de contas de todos os candidatos desde as eleições de 2000.

Vote na Web: Possibilita inteiração e opinião dos internautas sobre os projetos de lei que estão sendo votados no Congresso Nacional.

Economia Européia a beira de um ataque de nervos


Só o fim do euro salva a Europa?

“É preciso acabar com a moeda única para salvar a UE. Não há outra solução”. Esta é a opinião do historiador e professor de Harvard Niall Ferguson, que no ano 2000 escreveu que o euro não duraria mais do que dez anos.

“Quando a Europa adotou o euro, eu já dizia que não iria funcionar, porque você não pode ter uma união econômica sem união fiscal”, disse Niall Ferguson em conversa com jornalistas após uma palestra em Edimburgo, na Escócia, nesta quarta-feira, 13.

Excluir países ‘não é mais opção’
Ferguson é taxativo quanto à realidade européia: “Há duas opções para a Europa hoje, ou se transformar numa federação, como os EUA, ou abandonar essa idéia de moeda única. Mas não há vontade política para a federação”.

Perguntado sobre a possibilidade de a UE excluir países do bloco, ele disse: ”A Grécia não vai ser competitiva com a mesma política monetária da Alemanha. Portugal também não. Há seis meses, ainda era possível manter o euro e excluir da união monetária um país ou outro. Mas essa solução foi sendo adiada e hoje não é mais uma opção”.

Fontes: Folha de S.Paulo

A fábrica de órfãos de Pequim


Política do filho único cria problemas que assolarão a China por décadas

“Antes de 1997 eles costumavam nos punir, destruindo nossa casa por violar a política do filho único. Depois de 2000 eles começaram a confiscar nossos filhos”, diz Yuan Chaoren, um aldeão do condado de Longhui, na província de Hunan. De acordo com a revista Caixin, membros do governo recolhem “crianças ilegais” e as alojam em orfanatos onde elas são colocada para adoção. Pais adotivos estrangeiros pagam entre US$ 3 e 5 mil por criança, e os burocratas do governo ganham comissões.

O roubo de crianças não é parte oficial da política do filho único de Pequim, mas é uma consequência de regras que são uma verdadeira afronta aos direitos humanos de pais e candidatos a pais. A política destrói famílias e criam um desequilíbrio entre as gerações. Ela é tão odiada que sofre ataques políticos até mesmo da China. Pela primeira vez na história, toda uma província, Guangdong, com uma população superior a 100 milhões de habitantes, exige isenções.

Uma jornada de mil quilômetros começa com um único passo

Membros do governo chinês são ferozmente leias à política do filho único, a qual atribuem todas as reduções de fertilidade e partos evitados: cerca de 400 milhões de pessoas, dizem eles, teriam nascido sem a política do filho único. No entanto, a fertilidade chinesa já vinha caindo há décadas, quando a política foi implementada, em 1979, e no resto do mundo, os índices de fertilidade já vinham caindo sem necessidade de coerção em vários países vizinhos, inclusive aqueles com grandes populações de chineses. A disseminação do controle da natalidade e o desejo por famílias menores tendem a acompanhar o crescimento econômico e o desenvolvimento em praticamente todos os países do mundo.

Mas a política certamente levou a fertilidade chinesa a níveis mais baixos dos que ela atingiria normalmente. Como conseqüência, a China tem uma das proporções de “dependência” mais baixas do planeta, com cerca de três adultos economicamente ativos para cada criança ou idoso. O país agora tem um número baixo de jovens, e cerca de oito pessoas em idade de trabalho para cada pessoa acima dos 65 anos. Em 2050 essa proporção será de apenas 2,2. O Japão, hoje o país mais velho do planeta tem 2,6. A China está envelhecendo antes de enriquecer.

As distorções da política também contribuíram para outras características horríveis da vida familiar, em especial, a prática de abortos de fetos femininos para garantir que o único filho seja um homem. A política do filho único não é a única causa, como mostra a Índia, mas contribuiu para esse cenário. Em 20 anos não haverão noivas suficientes na China para um quinto dos meninos de hoje – o que certamente irá gerar problemas. E ainda que a política do filho único não tenha feito nada para reduzir o número de partos, a infinita repetição de slogans como “mais um bebê significa mais um túmulo” ajudaria a tornar o filho único uma norma social, levando os índices de fertilidade a níveis abaixo dos quais a população se reproduz sozinha. A China pode se ver condenada à baixa fertilidade por um bom tempo.

A demografia leva décadas para ser revertida, e se mostrará um dos piores problemas da China. A velha liderança está ligada à política do filho único, mas a nova, que assume o comando no ano que vem, pode renovar as idéias, e tem o poder de acabar com esse cenário absurdo assim que assumir o poder.

Fonte: The Economist

Número de brasileiros sozinhos triplica em 20 anos



A família tradicional, com pai, mãe e três filhos, está cada vez mais rara no Brasil. Pela primeira vez na história, o número de pessoas morando sozinhas ultrapassou o das famílias com cinco integrantes. Hoje, os domicílios com apenas um morador já são 12,2% do total, ante 10,7% das residências com cinco pessoas. Os brasileiros solitários já somam 6,9 milhões - quase três vezes mais que os 2,4 milhões de 1991.
Os dados constam de um recorte inédito feito pelo Estado nos dados do Censo Demográfico de 2010, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A pesquisa revela que o País está seguindo uma tendência internacional: há cada vez menos gente dividindo o mesmo teto. Em 1960, a média de moradores por domicílio era de 5,3 pessoas. Cinquenta anos depois, caiu para 3,3. Ainda assim, é bem maior do que a proporção em países europeus e nos Estados Unidos: por volta de 2,5.
Existem, porém, duas grandes diferenças no aumento dos “solitários” brasileiros registrado na última década. A primeira é a intensidade - de 2000 para cá, o ritmo de crescimento dos domicílios com apenas um morador foi cerca de 15% maior do que na década anterior. A outra é a participação das cidades médias: morar sozinho era um comportamento mais restrito às grandes cidades. Mas, nos últimos dez anos, o avanço de casas e apartamentos com apenas um morador foi quase 40% maior em cidades de 100 mil a 500 mil habitantes que nos grandes municípios.
As principais explicações para esse fenômeno são o crescimento no número de idosos e o aumento na renda média do brasileiro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Hemopa convoca doadores de sangue



A Fundação Hemopa volta a convocar os doadores de sangue do Estado, especialmente dos tipos O Negativo e O Positivo. O novo apelo se deve à dificuldade de atendimento da rede hospitalar a seus pacientes, já que o estoque de sangue está cada vez mais reduzido, devido ao período do veraneio, quando o comparecimento de doadores na sede do hemocentro reduz em torno de 30%. As doações deverão suprir as necessidades de pacientes internados em mais de 200 hospitais conveniados com o Sistema Único de Saúde (SUS), entre eles, grandes emergências, maternidades e UTI´s.

A partir de agosto o Hemopa ampliará o horário da coleta de sangue aos sábados que passará de 7h30 às 12h30 para até às 17h. A assistente social também está apostando na Portaria nº 1.353, do Ministério da Saúde (MS), publicada em junho, que estabeleceu o novo Regulamento Técnico de Procedimentos Hemoterápicos, que ampliou a faixa etária para doação de sangue de 16 até 68 anos. Com essa medida o MS acredita que aproximadamente 14 milhões de brasileiros sejam incentivados a serem doadores em potencial.

Serviço: O Hemopa espera por você na Tv. Pe. Eutíquio, 2109. Funcionamento para coleta: de segunda a sexta-feira, de 7h30 às 18h, e aos sábados de 7h30 às 12h30. Maiores informações pelo fone: 08002808118. (Hemopa)

terça-feira, 26 de julho de 2011

NAZISMO


Para Hitler, cães eram quase tão inteligentes quanto os humanos


Livro revela que Hitler ensinava cães a falar com humanos

Quando começamos a acreditar que sabemos absolutamente tudo sobre Adolf Hitler, surge alguma novidade que o torna ainda mais louco do que pensávamos.

De Calígula a Nero e Khadafi, ditadores não são apenas crueis, mas também lunáticos. É muito raro encontrar um ditador racional. O poder absoluto os enche de ilusões e fantasias. Deste modo, não devemos ficar surpresos com as recentes notícias indicando que o Führer era muito mais maluco do que suspeitávamos.

Primeiro, um documento desclassificado em abril pelo serviço secreto de Londres revelou planos megalomaníacos de nazistas para chegarem ao poder novamente se perdessem a guerra. O plano contaria com a difusão de agentes secretos em todo o mundo, os quais matariam soldados aliados com veneno em salsichas, chocolate, café, Nescafé, cigarros e aspirinas.

Agentes alemães contaram que foram instruídos a oferecerem aos soldados aliados cigarros feitos por cientistas nazistas que causariam ao fumante uma forte dor de cabeça. Em seguida, concluiríam a missão oferecendo aspirinas envenenadas que os matariam em 10 minutos.

Entre as armas secretas inventadas pelos nazistas havia uma pílula que emitia um vapor fatal quando aquecida por cinzas de cigarro, veneno para livros e maçanetas de portas, além de uma fivela de cinto com uma suástica de prata que escondia uma pistola capaz de disparar dois tiros.

À época, militares britânicos consideravam “fantásticas” as histórias sobre os agentes nazistas, mas havia dúvidas suficientes para que proibíssem o consumo de comidas e cigarros alemães durante o avanço das tropas aliadas.

Agora, o recém-lançado livro “Amazing dogs” (Cães incríveis), de Jan Bondeson, professor da Escola de Medicina da Universidade de Cardiff, no País de Gales, revela que Hitler financiava uma escola para ensinar cães a falar com humanos.

“Havia experiências muito estranhas acontecendo na Alemanha em tempos de guerra no que diz respeito à possibilidade de comunicação entre cães e humanos” escreve Bondeson. “Será que os nazistas estavam tentando desenvolver uma raça de cães superinteligentes, capazes de se comunicar com seus mestres?”

Bondeson descobriu em uma revista nazista de 1943 um artigo sobre a diretora dessa escola para cães, conhecida como senhora Schmitt, a qual alegava que alguns dos cães haviam falado algumas palavras. “Em um curso de estudos nazistas, um cão falante foi perguntado uma vez: ‘Quem é Adolf Hitler?’ E respondeu: ‘Mein Fuhrer!’”, afirma o artigo. Bondeson escreve sobre essas alegações e lembra que “os nazistas não respeitavam direitos humanos, mas tinham um forte apego por cães.”

A propaganda nazista também retratava Hitler como um amante de cães. Ele tinha dois pastores alemães chamados Bella e Blondi. Pouco antes de cometer o suicídio, Hitler testou uma cápsula de cianeto em Blondi e a matou.

Bondeson escreve que na Alemanhã do início do século 20 algumas pessoas acreditavam no potencial imensurável dos animais superinteligentes. Bondeson diz que, juntamente com Thomas Mann e Hermann Hesse, um terrier chamado Rolf era considerado um dos principais intelectuais alemães da época. O dono de Rolf contou que o terrier o havia ensinado seu próprio alfabeto através de um sistema de patadas em um pedaço de madeira e que “Rolf se aprofundou com sucesso na matemática, ética, religião e filosofia”.

Os nazistas levavam seus cães a sério.


Fonte: The New York Times

No Palácio de deus.

Noticias da Corte

Meus caros internautas,por favor tirem as crianças
da frente do computador e os maiores de sessenta também,
pois o que iremos revelar aqui pode chocar.....no ultimo
final de semana em seu Palácio de verão Painho, segundo
a fonte e que ainda estava sóbrio,houve realmente uma verdadeira
visão do inferno,segundo ainda a mesma fonte,em um dado
momento Caliente num dos sarais realizados no dito Palácio.

Uma conhecida assessora de Painho também de porra nenhuma
e que fazia parte de sua comitiva que por hora estava em
seu Palácio de verão....resolveu protagonizar o que muitos estão
chamando de o fim dos tempos em sua Corte.Na verdade trata-se
da conhecida e insuportável, popularmente chamada no baixo clero
de Taturana Ninja.

Na verdade esta figura até hoje é mais uma das intrépidas incógnitas
que cerca o gabinete de Painho...mas,chega de papo e vamos ao fato
que chocou toda a realeza.....veja a foto abaixo e tirem suas próprias
conclusões.



Taturana Ninja em seu momento de total entrega……..



O susto foi tremendo,segundo as informações que temos....na verdade
por uma fração de segundo todos os presentes diante do quadro
Dantesco,não sabiam o que realmente deveriam fazer....se gritavam,
se chamavam o 192 ou um Pai de Santo,para botar fim no cenário
intrépido e demoníaco.

Soubemos depois que Painho ao presenciar a cena,de pronto teve um
Pico de pressão e uma crise de Labirintite,Baby Sauro que se encontrava
no local esbravejava aos quatro cantos que queria a sua Mãe,
Supernanny ao presenciar a tenebrosa cena.....segundo dizem,
teria sido acometida de uma crise de incontinência urinaria
Meeeuuu deeuuss!

Mal passada.....



Justiça Federal de Brasília mantém proibição de bronzeamento artificial com fim estético

A Justiça Federal de Brasília manteve a validade de uma norma da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibindo o bronzeamento artificial baseado em raios ultravioleta com fim estético. A norma havia sido questionada por quatro clínicas de estética, alegando terem sofrido prejuízos financeiros. Segundo a Justiça Federal, no entanto, o interesse econômico não pode prevalecer sobre a preservação da saúde. A decisão, que vale para todo o país, é de março deste ano, mas foi divulgada apenas nesta segunda-feira pela Advocacia-Geral da União (AGU).
Segundo a Procuradoria Regional Federal da 1ª Região (PRF1) e a Procuradoria Federal (PF) junto à Anvisa - unidades ligadas à AGU - várias pesquisas científicas embasaram a norma. A AGU citou ainda a inclusão pela Agência Internacional para Pesquisa do Câncer - IARC na sigla em inglês - das câmaras de bronzeamento artificial dentre as práticas e produtos que podem ser cancerígenos.
A AGU argumentou também que a Anvisa tem legitimidade para regulamentar, regular, controlar e fiscalizar produtos e serviços que evolvam risco à saúde pública, conforme estipulado pela Lei 9.782/99. Ainda segundo a AGU, antes da norma, houve um amplo debate com a sociedade por meio de audiências e consultas públicas.
(Agência O Globo)

OBRIGATÓRIO....e agora doutor?


Subprocurador-geral da República afirma que exame da Ordem não garante a 'seleção dos melhores advogados'

Parecer diz que exame da OAB é inconstitucional

Em um parecer divulgado na quinta-feira, 21, o subprocurador-geral da República Rodrigo Janot diz que o exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) — obrigatório para quem quer advogar — viola o princípio constitucional do direito ao trabalho e à liberdade de exercer uma profissão.

Ainda de acordo com Rodrigo Janot, o exame “não qualifica, ele se propõe a atestar a qualificação”. O parecer foi dado em razão de um recurso ajuizado por um bacharel em Direito no Supremo Tribunal Federal, solicitando a inclusão de seu nome na Ordem sem a realização do exame. O caso será analisado pelo seu relator no STF, o ministro Marco Aurélio Mello.

Reserva de mercado

Para o subprocurador Rodrigo Janot, o exame da OAB não garante a “seleção dos melhores advogados”, podendo até mesmo fazer uma espécie de reserva de mercado.

Já o presidente interino da Ordem, Alberto de Paula Machado, diz que “a OAB reafirma que o exame é absolutamente constitucional. A opinião expressa no parecer retrata o pensamento de uma porção isolada do Ministério Público”.

Fonte: G1

Um ícone de felicidade



Felicidade é maior quando mulher é mais magra que marido

Um estudo norte-americano recente tem todo o potencial para deixar em polvorosa as mulheres que vêem seu peso oscilar com frequência. Segundo ele, os casamentos são mais satisfatórios quando a parceira é mais magra do que a sua cara metade.
Uma das autoras que assina o estudo, Andrea Meltzer, estudante de pós-graduação em psicologia da Universidade de Tennessee (EUA), salienta que as mulheres não precisam estar necessariamente magras para ser feliz no casamento. Mas pelo menos elas devem ser mais magras que os maridos.
A pesquisa envolveu o acompanhamento de 169 recém-casados com idade abaixo dos 35 anos.
Ao final de quatro anos, os homens estavam acima do peso, enquanto suas parceiras continuavam com peso normal.
A conclusão a que chegaram os cientistas mostrou também que, entre os homens (o lado mais preocupado com o peso e a atração física do outro) que engordaram mais do que suas parceiras, o sentimento de satisfação começava no início da união. Na mulher, esse processo se mostrou mais demorado e só surgiu com o tempo.
Meltzer comenta que as descobertas podem retirar parte da pressão feminina de se manterem magras, já que o peso do marido em relação a elas também influencia a felicidade do casal.
Ela lembra que as mulheres não precisam surtar com os resultados do estudo, que representam uma média geral e podem apresentar variações nos padrões.
Fonte:Folha

segunda-feira, 25 de julho de 2011

E.D.I.T.O.R.I.A.L



Pará....mostra a tua cara

Que existe muitos paraenses ilustres no Brasil
e no Mundo,não tenhamos duvida a respeito.....
Mas,achar que o verdadeiro paraense é um povo
desinformado e que não tem amor por sua terra,
é na verdade um ledo engano e que na maioria das
vezes bota abaixo interesses escusos, de falsos defensores
deste chão.

É o que na verdade vamos poder conferir no tal plebiscito
sobre a possibilidade de dividir o nosso Estado,na semana
passada o emérito e conhecido jurista Dalmo Dallari...entrou
junto ao TSE com uma representação de caráter Admistrativo
-Constitucional,onde o professor pede ao egrégio tribunal para
que toda a população brasileira deveria Sim....votar no plebiscito
sobre a possibilidade de dividir o Pará.Como se não bastasse,
também o Senador Eduardo Suplicy na mesma semana defendeu
no plenário da Senado a mesma questão.

Pergunta que não quer calar?

Afinal,será que estes devotados paraenses de ultima hora,pensam que
a Gente não pensa ou que nesse Estado,o verdadeiro paroara é gado
de comitiva a disposição do som dos berrantes dos oportunistas?
......ora,ora!...Minha gente querida do Pará,vamos é na verdade botar
esta cambada de golpistas pra correr do nosso chão,pois quando aqui
muitos com uma mão na frente e outra atrás chegarão e depois de fazerem
seus Pé de meia e hoje fazem parte de uma elite golpista,se achando
no direito de dizer ao Valente Povo do Pará o que é melhor pra sua terra.

DIAGA NÃO A DIVISÃO.

Wellington.

Fome e desunião no Chifre da África


Fome provocada por período intenso de seca castiga países do nordeste africano como a Etiópia

Pela primeira vez desde os anos 1980, a ONU declarou estado de fome na África, causada principalmente por uma seca particularmente severa, e atingindo diretamente mais de 10 milhões de pessoas. Os principais pontos afetados são a Somália e a Etiópia – com esclareceram as agências de ajuda humanitária em seus apelos por doações – mas a situação na vizinha Eritreia é quase tão grave, e muito mais desesperadora do ponto de vista político.

Como de costume, o governo da Eritreia se mantém silencioso sobre a escassez de comida. Desde que conquistou a independência da Etiópia em 1993, após uma guerra civil de 30 anos, o país deixou de ser o modelo africano de liberdade para se tornar um dos países mais reclusos e autocráticos do continente. Membros do governo etíope afirmam que metade dos 5,3 milhões de habitantes do país precisa de ajuda alimentícia, embora isso soe como um exagero. Os pontos mais afetados do país estão na depressão de Danakil, uma terra infértil, habitada por pequenos números de nômades da tribo Afar. O ponto importante são as colheitas na cadeia montanhosa do país, onde o governo da Eritreia insiste que a população tem comida suficiente.

Plantações na cadeia montanhosa depende de água das pequenas represas que as comunidades locais construíram como parte de uma campanha governamental de auto-sustentabilidade. Praticamente isolada no continente, a Eritreia rejeita auxílio estrangeiro, o que não seria uma má ideia se o presidente Isaias Afwerki fosse bondoso e competente. Relatos de violações dos direitos humanos são difíceis de serem verificadas, mas o enorme fluxo de nativos deixando o país é testemunha de uma população constantemente desmoralizada. Somente no mês de julho, jogadores de futebol fugiram após disputar uma partida na Tanzânia, médicos pediram asilo no Sudão, e membros da marinha escaparam para o Iêmen. Até mesmo um veterano propagandista do governo deixou o país. A punição de familiares e a ocasional execução daqueles que tentam escapar pode apenas acelerar o fluxo, já que facilita a obtenção de asilo político no exterior.

A Etiópia reclama, afirmando que a Eritreia mantém laços com grupos rebeldes na região, incluindo secessionistas etíopes. Juntamente com outros vizinhos, o país pediu à ONU que aplique sanções contra a Eritreia, visando o setor de mineração, no qual companhias canadenses e australianas encontraram reservas de ouro, cobre e zinco avaliadas em bilhões de dólares em royalties e impostos para Afwerki. As supostas ligações do governo da Eritreia com a milícia Shabab, ligada à Al Qaeda, ainda não foram confirmadas. Mas seus laços com seu vizinho do sudoeste são inegáveis – e a fome pode aproximá-los.

Fonte: The Economist

O verdadeiro problema do euro


Crise da moeda europeia não é apenas financeira, mas também política

Qualquer um que luta para entender o motivo da Europa parecer incapaz de dar um fim à crise do euro pode encontrar resposta em um tenso jantar, durante um encontro em outubro do ano passado. Na ocasião, o tema da discussão era uma exigência feita dias antes pelos líderes da França e da Alemanha, em Deauville, de mudanças em um tratado para criar um sistema permanente de resgate para países incapazes de pagar suas dívidas. Todos protestaram. Foram necessários anos de discussão para chegar a um acordo quanto ao Tratado de Lisboa, que acabara de entrar em vigor. Mas, no fim, todos se curvaram à chanceler alemã Angela Merkel, que queria evitar qualquer desafio ao novo sistema por parte do tribunal constitucional alemão.

No entanto, Jean-Claude Trichet, presidente do Banco Central Europeu (BCE), tinha outras preocupações: a exigência de Merkel, de que futuros resgates incluíssem “participação adequada de credores privados”, significava perdas para os portadores de títulos. Trichet conclui que isso agitaria os mercados, que ainda se recuperavam da crise grega na primavera. “Você não entende a gravidade da situação…”, começou a dizer Trichet. Mas ele foi interrompido pelo presidente francês, Nicolas Sarkozy. “Talvez você fale com os bancos. Mas nós respondemos aos cidadãos”, disse o compatriota de Trichet. Merkel então interveio: contribuintes não podem receber a tarefa de arcar com toda as despesas, especialmente depois de terem pago pela salvação dos bancos.

Os políticos tiveram seu grande momento. Mas as preocupações de Trichet se confirmaram, e o contágio levou a crise à Itália. A discussão na mesa de jantar ilustra como, durante a crise da dívida pública, os pré-requisitos do controle da crise financeira colidiram com prioridades políticas, legais e emocionais. De fato, as preocupações da zona do euro são tão políticas quanto financeiras. Políticos europeus, como Trichet, defendem a ideia de que a dívida e o déficit da zona estão numa situação melhor que os dos Estados Unidos. Ainda assim, a Europa sofre com a falta de grandes orçamentos federais e instituições financeiras para redistribuir a renda e absorver choques econômicos. O continente também não tem uma política única para mediar as tensões internas e entre os países-membros. Já é difícil fazer com que californianos se interessem em salvar banqueiros de Wall Street. Não é uma surpresa, portanto, que alemães se enervem ao resgatar burocratas gregos.

Mas os políticos da Europa não podem colocar toda a culpa em sua escassez de ferramentas para reverter o cenário. Sua inconsistência quanto a cobrar ajuda por parte dos credores contribuiu para o contágio da crise. Seus primeiros empréstimos de emergência impuseram duras condições à Grécia, mas nenhuma aos banqueiros. De fato, a criação do grande fundo de resgate deveria fazer da moratória uma alternativa impensável. Em Deauville, no entanto, Merkel e Sarkozy queriam torná-la uma possibilidade: a dívida atual ficaria salva, disseram eles, mas os líderes terminaram concordando que, a partir de 2013, os países devem emitir novos tipos de títulos que possam ser mais facilmente atingidos se a economia do país entrar em apuros. Agora a Grécia precisa de um novo resgate, a moratória é iminente, e os alemães e holandeses ameaçam intervir, e querem que os credores privados contribuam imediatamente.

Isso levou a uma disputa pública com Trichet, que afirma que mesmo a menor reprogramação da dívida gera o risco de consequências semelhantes ao colapso da Lehman Brothers. Trichet ainda ameaçou cortar o crédito dos bancos gregos caso haja qualquer espécie de moratória, o que levaria muitos deles à falência. É compreensível, portanto, que os investidores estejam evitam os vulneráveis títulos da zona do euro.

Para piorar, em conversas com os credores da Grécia, países da zona do euro passaram as últimas semanas buscando metas contraditórias. Seguindo ordens de Berlim e Haia, eles buscaram uma contribuição “substancial” por parte dos portadores de títulos, mas para satisfazer as vontades do BCE, essas contribuições deveriam ser “voluntárias”. Ministros financeiros em Bruxelas aceitaram parcialmente a “moratória seletiva”, desde que ela seja de curto prazo e não gere pagamentos em swaps de crédito. Para aliviar o fardo da Grécia, ministros parecem prontos para emprestar dinheiro para a compra de títulos existente, e para baixar a taxa de juros de seus empréstimos.

Esse acordo ainda pode sair caro. Dependendo do grau de coerção, os credores abrirão mão de € 30 bilhões para as necessidades financeiras da Grécia até 2014. Irlanda e Portugal podem precisar de medidas semelhantes.

Em um grupo de democracias, no qual grandes decisões são tomadas pela unanimidade, a obtenção do consenso é algo difícil e demorado, o que explica porque os líderes agiram apenas na iminência do desastre e com medidas pela metade. No entanto, os mercados operam em cronogramas mais acelerados, e não esperarão até que os líderes europeus tomem as decisões corretas depois de esgotar todas as alternativas.

Fonte: The Economist

A cor ou raça influencia no trabalho?



Mais da metade dos brasileiros acredita que a cor ou raça influencia o trabalho

Por Redação Yahoo! Brasil

Mais da metade da população brasileira (63,7%) acredita que cor da pele ou raça exercem efeitos nas relações cotidianas. A constatação é da pesquisa divulgada nesta sexta-feira (22) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para sete de cada dez entrevistados, o trabalho é o que mais sofre maior esse tipo de influência.

A pesquisa também revelou que 68,3% acham que cor e raça influenciam nas relações com a polícia ou Justiça. Para 65%, também existe essa relação nas relações interpessoais.

Quando perguntadas qual a sua cor ou raça, 29,5% dos entrevistados se autoclassificaram como “morena” (21,7%, com variações “morena clara” e “morena escura” e “negra” (7,8%)), termos que não constam nas categorias do IBGE. Os outros resultados, incluindo apenas classificações do instituto, apontaram os seguintes resultados: branca (49,0%), preta (1,4%), parda (13,6%), amarela (1,5%) e indígena (0,4%).

O levantamento – intitulada como “Pesquisa das Características Étnico-Raciais da População: um Estudo das Categorias de Classificação de Cor ou Raça” - foi feito em 15 mil domicílios de cinco estados (Amazonas, Paraíba, São Paulo, Rio Grande do Sul e Mato Grosso) e no Distrito Federal, em 2008.

Sujou geral.....


Priscila Machado em foto que circula na internet

Foto com os seios de fora ameaça título da Miss Brasil

Uma foto com os seios de fora ameaça a coroa da Miss Brasil 2011, Priscila Machado, eleita a mulher mais bonita do país na noite deste sábado (23), em São Paulo. Isso porque o regulamento do concurso não permite que as misses tirem fotos nuas.

Priscila, que foi muito vaiada após o anúncio de sua vitória, afirma que conhece o clique, mas que nunca autorizou a divulgação da imagem.

De acordo com a gaúcha, o vazamento da foto partiu de uma pessoa "de má fé". Ela é modelo há 11 anos e alega não se lembrar de quando tirou a foto.

Boanerges Gaeta, um dos organizadores do Miss Brasil, não vê problemas na imagem que, segundo ele, foi feita para uma campanha contra o cãncer de mama. A história ainda vai dar o que falar...

domingo, 24 de julho de 2011

Um bom domingo



A grande arte da Vida é Acordar depois de...
Um Sonho, levantar depois de um...
Tombo, sorrir depois de uma Decepção...
E nunca se Desanimar!!!!
É olhar pra Frente...
Com a esperança de Vencer!

Lulismo supera o chavismo


Nos últimos cinco anos, Lula substituiu Hugo Chávez como modelo a ser seguido pelos presidentes sul-americanos


Até mesmo o mais feroz inimigo do presidente venezuelano Hugo Chávez deve estar desejando a ele uma recuperação rápida da doença trágica que o levou, pela segunda vez em seis meses, ao consultório dos médicos de Havana. Não há como saber quanto tempo ele levará para se recuperar, uma vez que o governo venezuelano mantém os detalhes de sua condição sob o mais absoluto sigilo, de acordo com as piores tradições do Kremlin ou da Coreia do Norte. Mas seus apoiadores não devem se iludir: antes mesmo do homem adoecer, o movimento que leva seu nome – o chavismo – já estava em estado terminal, pelo menos fora da Venezuela.

No seu auge, há cinco anos, Chávez projetou sua “revolução bolivariana”, uma combinação de socialismo autoritário e populismo, como uma força continental. Com presidentes de visões semelhantes em vários países latino-americanos e caribenhos, ele forjou um bloco “anti-imperialista” (leia-se, anti-Estados Unidos). Chávez não apenas usava o toque popular de um comunicador nato, mas também estava armado com quantias quase infinitas de dinheiro do petróleo. Os liberais latino-americanos se assustaram, e Chávez até mesmo provocou Lula, então presidente do Brasil, um esquerdista de tendências mais democráticas, defendendo a nacionalização de ativos brasileiros na Bolívia e no Equador.

Hoje o “anti-imperador” atravessa dificuldades. O resto da América do Sul vive um momento de grande crescimento econômico, mas a Venezuela só agora começa a sair de um período de dois anos de recessão...Sua economia é vítima de uma série decisões erradas. A produção petrolífera está caindo e cortes de energia se multiplicam. Os venezuelanos enfrentam uma inflação galopante e períodos de escassez (óleo de cozinho é o item raro no momento). Caracas se tornou a capital sul-americana de assassinatos. No combate à pobreza, outros países ultrapassaram a Venezuela.

O triunfo do modelo brasileiro

O mais notável deles é o Brasil. A mistura de estabilidade econômica, investimento privado e programas sociais praticados por Lula é a fórmula do momento na região. Essa mudança na hegemonia ideológica é perfeitamente exemplificada na jornada política de Ollanta Humala, que assume a presidência do Peru no dia 28 de julho. Há cinco anos, Humala fez campanha como aliado de Chávez. Na eleição desse ano, ele se declarou convertido ao modelo brasileiro. Nesse meio tempo o Peru se tornou a economia de maior crescimento da América do Sul seguindo políticas de mercado livre e se abrindo para o investimento estrangeiro. As primeiras medidas de Humala sugerem um entusiasmo com a estabilidade econômica. Com sorte, ele também conseguirá agregar outro elemento crucial no sucesso do Brasil: o respeito aos contratos com investidores privados.

O chavismo há muito se mostra um beco sem saída para a América Latina. Já o Brasil conseguiu desenvolver uma social-democracia latino-americana moderna, que une a economia globalizada capitalista com vigorosos esforços para combater as desigualdades sociais. Mas essa abordagem também tem seus limites. O tamanho e a amplitude do Brasil continuam a crescer, de maneiras que não necessariamente beneficiam os mais pobres. A generosidade fiscal dos últimos anos de Lula contribuíram para o superaquecimento econômico. Humala deve atentar para o fato de que a sucessora de Lula, Dilma Rousseff, agora quer investidores privados no controle de portos, rodovias e aeroportos.

Na Venezuela, o chavismo pode sobreviver, com ou sem seu criador: uma dúzia de anos revertendo dinheiro do petróleo na direção dos mais pobres é capaz de comprar a lealdade ferrenha de alguns, embora tenha destruído a economia. Mas a maré da história latino-americana se virou contra Chávez.

Fonte: The Economist

O último caça pilotado por humanos


F-35 foi o avião escolhido pelo governo para revitalizar esquadrilha dos EUA


Leon Panetta não tem ilusões quanto aos motivos que fizeram com que Barack Obama o levasse da CIA para o Pentágono. Panetta, que substituiu Robert Gates como secretário de defesa no início de julho é enxergado por todos como uma aposta segura. Seu grande feito (além de ter presidido o plano que matou Osama bin Laden) foi sua passagem pelo Departamento de Gestão e Orçamento, que preparou o caminho para o orçamento equilibrado de 1998. No Pentágono, ele herdou de seus antecessores, as diretrizes de um plano para reduzir os gastos militares em US$ 400 bilhões até 2023. Mas a crise fiscal norte-americana (e falta de consenso quanto aos modos de combatê-la) certamente obrigará Panetta a realizar cortes muito maiores que os planejados por Gates.

Isso não é uma boa notícia para o F-35 Joint Strike Fighter, o programa militar-industrial mais caro da história, e a principal empresa envolvida, a Lockheed Martin. Os aviões F-35 devem ser colocados em ação em 2016 e o programa está superfaturado. O Pentágono planeja comprar 2443 F-35 nos próximos 25 anos, com um custo de US$ 382 bilhões. Mas Gates alertou que, embora não achasse que o programa corresse risco de ser cancelado, “o tamanho da compra” teria que ser reduzido.

Depois de vencer um projeto da Boeing, a Lockheed Martin assinou o contrato com o Departamento de Defesa para desenvolver o F-35 em 2001. Era tarefa ambiciosa. A meta era colher enormes ganhos na eficácia substituindo praticamente toda a envelhecida esquadrilha norte-americana com três variações de um mesmo projeto básico. A versão convencional (CTOL) para a aeronáutica, uma versão de decolagem curta e pouso vertical (STOVL) para os fuzileiros navais, e uma versão mais encorpada, para a marinha.

Em janeiro, Gates fez uma série de anúncios, que incluíam o gasto de outros US$ 4,6 bilhões no desenvolvimento, diminuindo a produção inicial de aviões que teriam que ser renovados a altos custos no futuro, e suspendendo por dois anos a versão STOVL por problemas com a estrutura do avião e seu sistema de propulsão. Condenando as falhas no controle de custos, que ele atribuiu parcialmente à falta de disciplina financeira no Departamento de Defesa durante a era Bush, e parcialmente a falhas na execução por parte da Lockheed Martin e seus parceiros, Gates disse que “A cultura do dinheiro infinito que tomou conta do cenário deve ser substituída por uma de cautela”.

O que apavorou os senadores não foram os custos da compra dos F-35, mas sim os custos de operação e manutenção: US$ 1 trilhão durante o tempo de vida útil do avião. O senador John McCain descreve a estimativa como “impressionante”, e o Pentágono acredita que será 1/3 mais caro utilizar o F-35 do que o avião que ele está substituindo. Ashton Carter, chefe de aquisições da defesa diz que isso é “inaceitável e inviável”, e promete cortar esses custos. Um cético McCain diz que quer que o Pentágono examine alternativas ao F-35, caso Carter não consiga cumprir sua promessa.

A Lockheed Martin deveria se preocupar? O F-35 é seu principal produto, e McCain não é o único a reclamar. A responsabilidade fiscal bipartidária e a comissão de reformas nomeada por Obama no ano passado disseram que nem todos os aviões precisam ser invisíveis aos radares, e sugeriu o cancelamento do modelo STOVL e o corte da encomenda pela metade, enquanto o país cortaria sua encomenda pela metade, enquanto o país compraria caças F-16 e F-18 mais baratos para manter os números. Se os Estados Unidos optasse por essa combinação, clientes estrangeiros poderiam seguir pelo mesmo caminho.

O perigo para na Lockheed Martin é que, caso os pedidos comecem a se multiplicar, o F-35 poderia entrar em uma espiral de declínio. Com menos pedidos governamentais, mais caros será comparar cada um deles, e menos atraente será o F-35. Isso já aconteceu com o F-22, uma versão mais cara e sofisticada. Mas, ao cortar o pedido de 750 para 183 aviões, o Pentágono ajudou a elevar o custo do programa por aviões F-22, de US$ 149 milhões para US$ 342 milhões.

Mas o cenário a longo prazo para o F-35 ainda é incerto. Suas caras características devem fazer dele uma peça essencial contra fortes defesas aéreas de países como a China. Mas a crescente vulnerabilidade dos porta-aviões norte-americanos com relação aos mísseis chineses significa que eles operarão bem além do alcance de 1000 quilômetros dos F-35.

Alguns estrategistas militares já acreditam que o trabalho para o qual os F-35 estão sendo adquiridos pode ser mais bem realizado por mísseis de cruzeiro e veículos aéreos controlado à distância. Em muitos casos aviões sem pilotos são mais eficientes: eles não precisam de um piloto que terá que ser mantido vivo ao final da missão, fazendo deles veículos mais rápidos e discretos, que não resultarão na morte de ninguém se forem abatidos. Mesmo os maiores defensores dos F-35 reconhecem que ele será provavelmente o último modelo de caça pilotado por humanos que o Ocidente produzirá.

Fonte: The Economist

ESCUTAS ILEGAIS


Escândalo eleva pressão sobre David Cameron


Cameron enfrenta pior crise de sua carreira política


O primeiro-ministro da Grã-Bretanha, David Cameron, fez um pronunciamento nesta quarta-feira, 20, no Parlamento britânico sobre o escândalo das escutas ilegais do tabloide News of the World. Ele declarou que sua equipe agiu de maneira “totalmente correta” no relacionamento com a polícia no caso dos grampos telefônicos. E afirmou ainda que seu ex-chefe de imprensa, Andy Coulson, deve ser processado se estiver implicado nas escutas, mas disse que “todo mundo é inocente até prova em contrário”.

Diante de um escândalo cujas implicações políticas continuam a aumentar, David Cameron, que ocupa o cargo de premier há pouco mais de um ano, enfrenta agora a pior crise de sua carreira política. Ele vem sendo criticado pela indicação de um ex-editor do News of the World como seu principal assessor de comunicações. Suspeita-se que Andy Coulson, que renunciou ao cargo no governo britânico em janeiro, esteja envolvido no escândalo dos grampos e que tenha subornado policiais em troca de informações. Andy Coulson foi preso na semana passada e solto sob fiança.

Imagem prejudicada
Além das críticas devido à contratação de Coulson, Cameron também é acusado de ter relações muito próximas com executivos que representam os interesses do empresário Rupert Murdoch, dono da News Corporation, da qual o News of the World fazia parte antes de ser fechado.

Há registros de que, desde que se tornou premier, Cameron encontrou-se com executivos da News International, a divisão britânica da News Corporation, a uma média de duas a três vezes por mês. Analistas dizem que o escândalo prejudicou a sua imagem.

Oposição

Após a sabatina de Cameron no Parlamento, a oposição criticou a relação entre o jornalista Andy Coulson e o premier, classificando-a de “um erro de julgamento catastrófico” ainda não devidamente esclarecido.

“(As explicações) não são suficientes. Os aliados de Cameron responderam às dúvidas com um muro de silêncio”, afirmou Ed Miliband, líder do Partido Trabalhista.

Ao mesmo tempo em que pressiona Cameron, Miliband resolveu seguir o exemplo de Cameron e prometeu publicar as gravações e os documentos relacionados aos seus encontros com executivos da mídia britânica. “Eu aplaudo a decisão do premier de ser mais transparente sobre sua relação com executivos”, disse.

Fonte: Estadão