APÓS VAZAMENTOS DO 'INTERCEPT'
Deputado David Miranda relata ameaças de morte à PF
Miranda entregou à PF e-mails com ameaças de morte contra ele e sua família (Fonte: Reprodução/Marcelo Camargo/Agência Brasil)
O deputado federal David Miranda (PSOL-RJ), marido de Glenn Greenwald, fundador do site “The Intercept”, denunciou à Polícia Federal (PF) ter sofrido ameaças de morte.
Miranda entregou à PF e-mails com ameaças de morte contra ele e sua família. O parlamentar ressaltou que essa é a segunda vez que precisa recorrer à polícia para buscar proteção.
A primeira foi em março, quando denunciou à PF o recebimento de e-mails ameaçadores após assumir o cargo de deputado, substituindo Jean Wyllys, que renunciou ao cargo e deixou o país após também receber ameaças.
Desta vez, ainda segundo o parlamentar, as ameaças vieram após as publicações de mensagens atribuídas ao ex-juiz federal Sérgio Moro e procuradores da força-tarefa da Lava Jato pelo site “The Intercept”.
O agora ministro da Justiça, Sérgio Moro, se ofereceu para comparecer nesta quarta-feira, 19, na Comissão de Constituição e Justiça do Senado para falar sobre as mensagens atribuídas a ele. Moro também tem uma audiência marcada para a próxima semana na Câmara.
O site “Intercept” afirma que as mensagens divulgadas apontam que Sérgio Moro não foi imparcial no processo que culminou na condenação do ex-presidente Lula.
Em março, ele já tinha feito denúncia à PF por e-mails ameaçadores que recebeu quando assumiu o cargo de deputado em substituição a Jean Wyllys, que abriu mão do mandato e foi embora do Brasil, também por causa de ameaças à família.Jornal Nacional
Miranda entregou à PF e-mails com ameaças de morte contra ele e sua família (Fonte: Reprodução/Marcelo Camargo/Agência Brasil)
O deputado federal David Miranda (PSOL-RJ), marido de Glenn Greenwald, fundador do site “The Intercept”, denunciou à Polícia Federal (PF) ter sofrido ameaças de morte.
Miranda entregou à PF e-mails com ameaças de morte contra ele e sua família. O parlamentar ressaltou que essa é a segunda vez que precisa recorrer à polícia para buscar proteção.
A primeira foi em março, quando denunciou à PF o recebimento de e-mails ameaçadores após assumir o cargo de deputado, substituindo Jean Wyllys, que renunciou ao cargo e deixou o país após também receber ameaças.
Desta vez, ainda segundo o parlamentar, as ameaças vieram após as publicações de mensagens atribuídas ao ex-juiz federal Sérgio Moro e procuradores da força-tarefa da Lava Jato pelo site “The Intercept”.
O agora ministro da Justiça, Sérgio Moro, se ofereceu para comparecer nesta quarta-feira, 19, na Comissão de Constituição e Justiça do Senado para falar sobre as mensagens atribuídas a ele. Moro também tem uma audiência marcada para a próxima semana na Câmara.
O site “Intercept” afirma que as mensagens divulgadas apontam que Sérgio Moro não foi imparcial no processo que culminou na condenação do ex-presidente Lula.
Em março, ele já tinha feito denúncia à PF por e-mails ameaçadores que recebeu quando assumiu o cargo de deputado em substituição a Jean Wyllys, que abriu mão do mandato e foi embora do Brasil, também por causa de ameaças à família.Jornal Nacional

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