A coisa ta russa na Rússia!
Rússia enfrenta pânico causado por suposto fim do mundo
Calendário maia indicaria data do fim do mundo: 21 de dezembro (Fonte: Reprodução/Pakistan Today)
O tão anunciado suposto fim do mundo no próximo dia 21 de dezembro, segundo o calendário maia, vem causando transtornos em várias partes do mundo.
Em uma tentativa de evitar um pânico ainda maior, autoridades russas vêm afirmando à população que têm acesso a “métodos para monitorar o que está acontecendo no planeta Terra”, permitindo-lhes assegurar que o mundo não vai acabar.
Ataques cardíacos e ações negativas
Já tem até mesmo autoridade propondo a abertura de processos contra quem ajudar a espalhar o boato no país. Muitos moradores de Ulan-Ude, capital da região da Buriátia, estão fazendo estoques de alimentos e velas para sobreviver a um suposto período sem luz. Tudo isso por causa das instruções de um monge tibetano que apareceu na TV russa. O mesmo vem acontecendo na cidade industrial de Omutninsk.
O médico Leonid Ogul, membro do comitê de Meio Ambiente do Parlamento russo, disse que é preciso parar de falar sobre o fim do mundo, pois “algumas pessoas têm ataques cardíacos e outras partem para ações negativas”.Folha de S.Paulo
Calendário maia indicaria data do fim do mundo: 21 de dezembro (Fonte: Reprodução/Pakistan Today)
O tão anunciado suposto fim do mundo no próximo dia 21 de dezembro, segundo o calendário maia, vem causando transtornos em várias partes do mundo.
Em uma tentativa de evitar um pânico ainda maior, autoridades russas vêm afirmando à população que têm acesso a “métodos para monitorar o que está acontecendo no planeta Terra”, permitindo-lhes assegurar que o mundo não vai acabar.
Ataques cardíacos e ações negativas
Já tem até mesmo autoridade propondo a abertura de processos contra quem ajudar a espalhar o boato no país. Muitos moradores de Ulan-Ude, capital da região da Buriátia, estão fazendo estoques de alimentos e velas para sobreviver a um suposto período sem luz. Tudo isso por causa das instruções de um monge tibetano que apareceu na TV russa. O mesmo vem acontecendo na cidade industrial de Omutninsk.
O médico Leonid Ogul, membro do comitê de Meio Ambiente do Parlamento russo, disse que é preciso parar de falar sobre o fim do mundo, pois “algumas pessoas têm ataques cardíacos e outras partem para ações negativas”.Folha de S.Paulo

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