Efeitos do Mensalão na vida real
Deputados condenados devem ter mandatos cassados
João Paulo Cunha, Valdemar Costa Neto e Pedro Henry (Fonte: Reprodução/Montagem/O Globo)
A votação sobre a perda de mandato dos três deputados condenados no julgamento do mensalão ainda será concluída na próxima semana, mas ministros deram a entender que os cargos serão cassados automaticamente.
Por enquanto a votação está empatada em 1 a 1. Joaquim Barbosa defendeu que os parlamentares percam o mandato quando for concluído o julgamento. Já Ricardo Lewandowski quer que o Supremo deixe a Câmara dos Deputados decidir.
Os outros sete ministros do Supremo devem votar na próxima segunda-feira, 10, determinando assim os destinos de João Paulo Cunha (PT-SP), Valdemar Costa Neto (PR-SP) e Pedro Henry (PP-MT).
Os ministros Gilmar Mendes, Celso de Mello, Luiz Fux e Marco Aurélio se manifestaram durante os votos de Barbosa e Lewandowski nesta quinta-feira, 6, dando a entender que vão acompanhar o entendimento do presidente do STF e relator do processo, ministro Joaquim Barbosa.
De acordo com Barbosa, as penas impostas aos deputados são “totalmente incompatíveis com o exercício da atividade parlamentar”. Segundo Lewandowski, é possível a um condenado em regime semiaberto dar expediente na Câmara e voltar à prisão para dormir.O Globo
João Paulo Cunha, Valdemar Costa Neto e Pedro Henry (Fonte: Reprodução/Montagem/O Globo)
A votação sobre a perda de mandato dos três deputados condenados no julgamento do mensalão ainda será concluída na próxima semana, mas ministros deram a entender que os cargos serão cassados automaticamente.
Por enquanto a votação está empatada em 1 a 1. Joaquim Barbosa defendeu que os parlamentares percam o mandato quando for concluído o julgamento. Já Ricardo Lewandowski quer que o Supremo deixe a Câmara dos Deputados decidir.
Os outros sete ministros do Supremo devem votar na próxima segunda-feira, 10, determinando assim os destinos de João Paulo Cunha (PT-SP), Valdemar Costa Neto (PR-SP) e Pedro Henry (PP-MT).
Os ministros Gilmar Mendes, Celso de Mello, Luiz Fux e Marco Aurélio se manifestaram durante os votos de Barbosa e Lewandowski nesta quinta-feira, 6, dando a entender que vão acompanhar o entendimento do presidente do STF e relator do processo, ministro Joaquim Barbosa.
De acordo com Barbosa, as penas impostas aos deputados são “totalmente incompatíveis com o exercício da atividade parlamentar”. Segundo Lewandowski, é possível a um condenado em regime semiaberto dar expediente na Câmara e voltar à prisão para dormir.O Globo

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