AGÊNCIA DA ONU
Africanos são vendidos em ‘mercados de escravos’ na Líbia
Centenas de jovens da África Subsaariana foram encontrados em 'mercados de escravos' (Fonte: Reprodução/Reuters)
A Organização Internacional para as Migrações (OIM), agência da ONU, revelou que imigrantes africanos estão sendo vendidos em um “mercados de escravos” na Líbia.
Os africanos relatam que são raptados por contrabandistas ou grupos de milícias e depois levados para praças ou estacionamentos para serem vendidos.
Em entrevista à BBC, o chefe de missão da OIM para a Líbia, Othman Belbeisi, disse que os preços são determinados de acordo com as qualificações profissionais. Os pintores ou instaladores de piso, por exemplos, “custam” mais caro.
Um relatório da OIM revelou que centenas de jovens da África Subsaariana foram encontrados em “mercados de escravos”.
Uma testemunha disse que mulheres têm sido compradas por clientes da Líbia e mantidas como escravas sexuais.
Africanos que conseguiram escapar confirmaram o “risco de serem vendidos como escravos em praças ou garagens em Sabha, seja por seus motoristas ou moradores que recrutam os migrantes para trabalhos diários na cidade, muitas vezes na construção civil”.
A OIM afirma que esses “mercados” são “uma nova e preocupante tendência na já grave situação dos migrantes na Líbia”.
O Unicef divulgou um relatório recente com histórias de escravidão, violência e abuso sexual ocorridas com crianças que viajaram da Líbia para a Itália. Cerca de 26 mil crianças cruzaram o Mediterrâneo no ano passado, segundo o fundo, e muitas delas sofreram abusos.BBC
Centenas de jovens da África Subsaariana foram encontrados em 'mercados de escravos' (Fonte: Reprodução/Reuters)
A Organização Internacional para as Migrações (OIM), agência da ONU, revelou que imigrantes africanos estão sendo vendidos em um “mercados de escravos” na Líbia.
Os africanos relatam que são raptados por contrabandistas ou grupos de milícias e depois levados para praças ou estacionamentos para serem vendidos.
Em entrevista à BBC, o chefe de missão da OIM para a Líbia, Othman Belbeisi, disse que os preços são determinados de acordo com as qualificações profissionais. Os pintores ou instaladores de piso, por exemplos, “custam” mais caro.
Um relatório da OIM revelou que centenas de jovens da África Subsaariana foram encontrados em “mercados de escravos”.
Uma testemunha disse que mulheres têm sido compradas por clientes da Líbia e mantidas como escravas sexuais.
Africanos que conseguiram escapar confirmaram o “risco de serem vendidos como escravos em praças ou garagens em Sabha, seja por seus motoristas ou moradores que recrutam os migrantes para trabalhos diários na cidade, muitas vezes na construção civil”.
A OIM afirma que esses “mercados” são “uma nova e preocupante tendência na já grave situação dos migrantes na Líbia”.
O Unicef divulgou um relatório recente com histórias de escravidão, violência e abuso sexual ocorridas com crianças que viajaram da Líbia para a Itália. Cerca de 26 mil crianças cruzaram o Mediterrâneo no ano passado, segundo o fundo, e muitas delas sofreram abusos.BBC

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