ECONOMIA - Brasil deve crescer menos que outros emergentes em 2017
Enquanto o Brasil deve ser o último da lista, a Índia deve liderar o ranking dos países emergentes (Foto: Pixabay)
Segundo uma previsão do Deutsche Bank, o Brasil deve crescer menos que outros países emergentes em 2017. A estimativa é que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresça 0,5% este ano, enquanto a média dos países emergentes é de 4,6%.
Enquanto o Brasil deve ser o último da lista, a Índia deve liderar o ranking dos países emergentes. O Deutsche Bank acredita que ocorrerá um avanço de 7%. Depois, viria a China com 6,5%.
Ao mesmo tempo em que alguns governos terão que lidar com problemas domésticos como Turquia, México, África do Sul e Brasil, o governo externo também estará sofrendo mudanças com o governo Trump. O PIB dos EUA deve crescer, aumentando a demanda por exportações. Logo, emergentes como o Brasil poderiam se beneficiar.
Por outro lado, o governo americano deve contar com juros mais altos e com o dólar valorizado, isso pode encarecer e dificultar a captação de recursos por governos e empresas dos países emergentes. Estadão
Segundo uma previsão do Deutsche Bank, o Brasil deve crescer menos que outros países emergentes em 2017. A estimativa é que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresça 0,5% este ano, enquanto a média dos países emergentes é de 4,6%.
Enquanto o Brasil deve ser o último da lista, a Índia deve liderar o ranking dos países emergentes. O Deutsche Bank acredita que ocorrerá um avanço de 7%. Depois, viria a China com 6,5%.
Ao mesmo tempo em que alguns governos terão que lidar com problemas domésticos como Turquia, México, África do Sul e Brasil, o governo externo também estará sofrendo mudanças com o governo Trump. O PIB dos EUA deve crescer, aumentando a demanda por exportações. Logo, emergentes como o Brasil poderiam se beneficiar.
Por outro lado, o governo americano deve contar com juros mais altos e com o dólar valorizado, isso pode encarecer e dificultar a captação de recursos por governos e empresas dos países emergentes. Estadão

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